quinta-feira, 23 de abril de 2020

Isto é arte

Sim, é arte. Refiro-me a um filme de animação, uma curta-metragem da autoria de Suzie Templeton intitulada "Pedro e o Lobo", que recorre às mais avançadas técnicas digitais. A autora é uma realizadora conceituada e este filme ganhou vários prémios, incluindo o Óscar de Melhor Curta-Metragem (animação) em 2008.

Esta obra é uma nova versão, uma recriação da obra musical do compositor russo Serguei Prokofiev (1891-1953), de 1936. Nesta reinterpretação os caçadores não matam o lobo, como acontecia no original russo, e Pedro devolve-o à floresta, ao seu habitat natural, revelando-se, assim, uma nova consciência ambiental. O filme de Suzie Templeton foi estreado no Royal Albert Hall em Londres e teve a banda sonora executada, ao vivo, pela Philharmonia Orchestra de Londres. É um filme de animação comovente, de extraordinária beleza e expressividade. A técnica fílmica é utilizada de modo perfeito, com planos e movimentos de câmara que conferem uma gama de emoções e de dramaticidade às cenas, acompanhando a música e a história, que envolve completamente o espectador.

Antes de visionar o filme, talvez seja bom ver esta introdução aos instrumentos utilizados na composição musical e à sua relação com as personagens da história. Existe também uma adaptação dos estúdios Disney, em 1946, que tem uma primeira parte onde isso é explicado. Pode ser visto aqui, dobrado em português do Brasil.









211 comentários:

  1. Gostei muito do filme, a minha parte preferida foi ao min 29 quando o Pedro soltou o Lobo em vez de o destinar à morte, pois apesar de necessitar de dinheiro não o vendeu libertando-o. Tiago Lopes nº25 11ºA

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  2. Digo desde já que gostei bastante do filme, a minha cena começa no minuto 29:21. O rapaz apesar de tudo, solta o lobo e deixa-o viver, quando poderia ter vendido o mesmo, em troca de dinheiro. Se este fosse vendido, provavelmente acabaria morto. Esta ação demonstrou bastante compaixão por parte de Pedro.
    Rodrigo Costa, 11º A

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  3. Gostei deste pequeno filme, a minha cena preferida tem início no 5:45 minuto e termina no 11:40 minuto . Escolhi esta cena pois é quando o Pedro consegue sair de casa e ir com os animais para a rua. Gostei desta cena, pois Pedro experieencía uma alegria imensa, e dá para ver que o mesmo não está habituado aquela situação. Também é engraçada derivado à interação que os animais têm com o gelo.
    João Figueiredo

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  4. Começo este comentario dizendo que gostei bastante da curta-metragem principalmete pela utilização da tecnica "stop-animation" para a realização da mesma. Dei preferencia ao excerto entre os minutos 11:45 e 16:25, quando o avô de Pedro chateia-se e trás o Pedro de volta para o jardim após desrespeitar as ordens do avô com medo de algum lobo vir. Pouco depois “um grande, lobo cinzento” sai do bosque e come o pato, um amigo de pedro, o que trás arrependimento a Pedro o que dá uma lição à historia.
    Miguel Barrento; 11A; nº19

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  5. Gostei bastante do filme.
    Pois faz me refletir um pouco sobre a minha vida, em que somos muitas vezes somos expostos a situações que nos levam a ter comportamentos de mau caracter e não somos capazes de perdoar e de dar a outra face. Assim sendo posso dizer que a cena que mais me despertou interesse foi a cena final em que o pedro ao se aperceber do que iria fazer aquele lobo, que tinha anteriormente comido o seu amigo, se enche de compaixão e decide o libertar. Isto demonstra uma grande coragem por parte do Pedro, e que tantas vezes não somos capazes de a ter no nosso dia a dia.

    Ass: Afonso F nº1 11ºA

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  6. No geral, gostei bastante deste pequeno filme do Pedro e Lobo. A cena que apreciei mais foi quando o lobo apareceu pela primeira vez no filme , onde tentou apanhar os animais presentes na cena ( gato, ganso e o pássaro). Ainda na mesma cena Pedro saiu á força por cima da cerca ,contra a vontade do seu avô, para ajudar os animais em perigo(14h 40min - 16min). Escolhi esta cena visto que foi extremamente cómica quando o lobo persegui os animais e também porque Pedro demonstrou a sua bondade e coragem perante aquela situação extrema.

    Pedro Vasques nº21 11ºA

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  7. Gostei bastante deste pequeno filme, a minha cena favorita é por volta do minuto 6 e dura cerca de 2 minutos, onde é possível observar um pássaro que acidentalmente fica preso num fio com um balão que o impossibilita de voar, na minha opinião esta cena pode ser compreendida como uma analogia para a liberdade visto que no momento em que está preso o pássaro está impossibilitado de voar. Nesta cena é possível ver também toda a inocência e bondade de Pedro ao tentar ajudar o pássaro apesar de este só se soltar no fim.

    Diogo Duarte 11ºA Nº7

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  8. Antes de mais gostei muito desta curta-metragem que me era previamente desconhecida. A minha cena favorita começa aproximadamente aos 6 minutos do filme e acaba aos 9, aproximadamente. Nesta cena, é possível ver um corvo atado a uma corda e a um balão que estava com dificuldades a voar, e, Pedro, por não saber a razão do mesmo, faz de tudo para o ajudar. Mostrando a sua bondade e inocência, coisa que também é possível observar na cena final deste filme. -João Marta 11ºA

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  9. Gostei bastante da história. O meu momento preferido foi no instante 5:49. Este momento é referente à saída do chalé onde Pedro e o avô habitavam. A alegria e a vivacidade do jovem revelam um desconhecimento do mundo exterior e sobretudo revela uma simplicidade no que diz respeito à pura alegria.
    É também neste momento que aparece a música, elemento fundamental da obra. Após longos minutos de silêncio, a música abre um novo capitulo na história. Leva-nos a repensar a definição de música e concluímos que para existir música é essencial existir também o silêncio.

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    1. Gostei bastante da história. O meu momento preferido foi no instante 5:49. Este momento é referente à saída do chalé onde Pedro e o avô habitavam. A alegria e a vivacidade do jovem revelam um desconhecimento do mundo exterior e sobretudo revela uma simplicidade no que diz respeito à pura alegria.
      É também neste momento que aparece a música, elemento fundamental da obra. Após longos minutos de silêncio, a música abre um novo capitulo na história. Leva-nos a repensar a definição de música e concluímos que para existir música é essencial existir também o silêncio.
      Carolina Pereira nº5, 11ºA

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    2. Gostei bastante desta curta-metragem, e uma das cenas que mais se destacou e captou a minha atenção a meu ver foi a cena final, no minuto 29:00, esta cena revela uma mensagem muito bonita pois o jovem, mesmo depois de tudo o que o lobo lhe fez e das vantagens que poderia ter em vendê-lo, este acabou por libertá-lo, apresentando assim uma grande bondade. Inês Carvalho, 11ºA

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  10. A minha cena predileta inicia-se por volta do minuto 29 onde, depois da captura do Lobo mediante o que fez ao seu "amigo", Pedro encara o e percebe que este está assustado e que, apesar do que fez merece viver livre. O que nos remete ao sentimento de vingança mas logo a seguir de compaixão e perdão que Pedro sentiu pelo Lobo.
    Eduardo Silva n8 11A

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  11. Gostei bastante deste pequeno filme, desde a técnica de animação utilizada à maneira como contou a história em si; o meu momento favorita ocorreu entre o instante 20:03 e 22:26, onde ocorre uma cena de distração e aprisionamento do lobo, sendo um momento sério por parte de Pedro, que está a tentar capturar o lobo, mas ao mesmo tempo é uma cena cómica devido à interação entre o lobo e o pássaro.
    Inês Ferreira; 11ºA nº11

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  12. A minha cena preferida começa no minuto 15:47 e acaba no minuto 16:23.
    Nesta cena, vê-se o Pedro a chamar a pata para perto dele, uma vez que o lobo já tinha aparecido e o Pedro não queria que ele a comesse. Porém, assim que o lobo repara que a pata se está a deslocar em direção ao Pedro, vai a correr e come-a, à frente de Pedro, deixando-o muito surpreso e aterrorizado. Escolhi esta cena porque gostei do suspense da sensação de desespero criados pela música, bem como quando a música parou momentaneamente após o lobo devorar a pata. Achei interessante uma cena destas e por isso foi a que mais gostei. - Sofia Azevedo 11ºA nº24

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  13. Gostei bastante deste pequeno filme. Destaca-se logo desde inicio devido a ser diferente, tanto na técnica de animação, como no facto de a ultilização sonora ser apenas de instrumentos especificios a cada personagem. A história em si passa uma mensagem bastante bonita, e a minha parte preferida foi perto do minuto 29, onde o Pedro mesmo estando triste e chateado pelo lobo ter comido o seu amigo, sente compaixão, e decide libertá-lo mesmo que isso lhe possa trazer consequências. Passa a mensagem de que por vezes somos magoados, mas que não temos necessariamente de responder na mesma moeda, e mesmo magoados conseguimos ter sentimentos positivos e acabar por tomar a decisão mais acertada. Cíntia Costa 11ºA nº6

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  14. Gostei bastante, surpreendeu me pela positiva! A parte que mais gostei foi a parte final em que o Pedro, mesmo depois de tudo o que o lobo lhe fez, não quis ir pelo caminho da vingança e decidiu soltar o lobo mostrando um ato de bondade e compaixão!Transmitiu uma mensagem muito bonita que, infelizmente, não é a mais comum de se ver. Camila de Sousa 11ºA nº4

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  15. E eu do que mais gostei foi deste deste monte de anónimos todos identificados e a expressarem tão bem o que sentiram e gostaram no filme.
    Para variar, também gostei dele o que é da minha parte grande proeza porque não gosto (digamos que em geral detesto) filmes de animação sejam ou não oscarizados.
    Não me lembro em que minuto gostei mais porque não sou ligada a números e nem a relógios. Talvez tenham sido dois momentos, o da libertação do lobo, que parece ser quase unânime em todos nós (ainda tive esperança que ele vomitasse o pobre pato inteirinho e a fazer quá.quá, mas não aconteceu, o pobre foi mesmo sacrificado). O outro foi quando o garoto Pedro, tirou as chaves ao avô, mas lhe fez uma festinha na barba; enternecedor. E o furto ficou logo mais sem importância, não foi? Bom, para ser mesmo mesmo sincera, gostei muitíssimo da música; sem Pedro, sem lobo, sem ninguém, ela me valeria igualmente.
    beijinhos a todos os unknown e anónimos, que para mim o são realmente, nunca vos vi mais gordos.
    e não esqueçam, biépi:)

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  16. tenho umas vírgulas fora de sítio, mas olhem, já não dá para emendar. Sorry, sorry.

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  17. Uma das cenas que eu mais gostei foi a cena em que o Pedro, a Pata e o Pássaro foram brincar no lago congelado. Gostei desta cena porque todos se encontravam animados e genuinamente felizes por estarem fora dos portões. Por outro lado, algo que me fez gostar bastante desta cena, e da obra no geral, foi a banda sonora, pela forma como os instrumentos transmitem todo o tipo de emoções, o que fez com que, apesar de não haver falas, a mensagem fosse passada.
    Marta Monteiro nº19 11ºC

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    1. P.S.: A cena escolhida vai dos 12min e 38s aos 12min e 57s.
      Marta Monteiro nº19 11ºC

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  18. A minha cena favorita foi mesmo no final, quando Pedro liberta o lobo, mesmo depois de ele ter comido o pato, o seu melhor amigo, e o ter magoado, Pedro sente compaixão por aquele lobo solitário. Mostrando que mesmo quando as pessoas nos magoam não devemos fazer o mesmo, pois não deixa de ser um erro.
    Gostei bastante do filme, e mesmo sem falas a banda sonora consegue transmitir toda a emoção.
    Margarida Aniceto nº14 11ºC

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  19. A cena que eu escolhi foi a cena final da curta metragem(do minuto 29 até ao final), onde Pedro abre a jaula onde estava o lobo e o liberta, e o lobo sem o atacar volta em direção da floresta.
    Mesmo após o lobo ter comido a pata, amiga de Pedro, e Pedro ter a possibilidade de o vender ou matar, Pedro decide colocar o ódio e o rancor de lado e libertar o lobo. E o lobo, reconhecendo o ato de caridade de Pedro não o ataca e segue de volta para a floresta.
    A meu ver, esta cena é uma metáfora para o ser humano: Mesmo que alguém nos tenha magoado profundamente, não devemos descarregar o ódio nessa pessoa, mas dar-lhe uma segunda oportunidade, tal como Pedro. E foi essa a razão que me levou a escolher esta cena.

    João Caldeira, nº13, 11ºC

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  20. Uma das cenas que mais gostei do vídeo situa-se no final, do minuto 28.30 a 30.00. nesta cena, Pedro, após se aperceber aquilo ao que o lobo estava destinado, a morte, impede um dos caçadores de matar o lobo enquanto este estava dentro da jaula, acabando mais tarde por libertar o animal. Escolhi esta cena pois é nela que está representada a mudança do pensamento de Pedro. Este tinha, inicialmente, o objetivo de capturar o lobo e assim o fez. Mas nesta cena, Pedro muda o seu pensamento e acaba por soltar o lobo. Tomás Abreu, nº28, 11ºC

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  21. A minha cena favorita desta curta metragem é a cena que passa entre o momento 4:30 minutos e o momento 6:00 minutos. Esta cena começa com o Pedro a roubar as chaves ao seu avô enquanto este se encontrava a dormir. Depois de roubar as chaves dirigiu-se para o portão com o seu pato e o pássaro, abriram o portão e começaram a brincar todos. Esta foi a minha cena favorita pois acho que esta é a cena mais importante da curta metragem, pois vai ser graças a esta atitude que Pedro tomou que este vai conhecer o lobo e este acontecimento é que vai desenrolar a história toda.
    Dinis Paulino 11ºC Nº6

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  22. No geral gostei do filme, a minha cena preferida foi quando o Pedro tentou sair para o lago pela primeira vez (esta cena inicia-se aos 5 min e vai até aos 10 min e 25s), tendo concretizado algo que ele já queria à algum tempo. Esta cena destacou-se para mim, pois podemos ver que Pedro decidiu ir contra as regras impostas pelo avô, para ter uns momentos de pura felicidade e poder sentir pela primeira vez o que era ser livre.

    Joana Custódinho nº11 11ºC

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  23. A cena que escolhi foi a cena dos minutos 17:10-22:25 quando Pedro estava a tentar salvar o gato do seu avô e o pássaro que este estava a ensinar a voar, do lobo. Com isso Pedro tenta salvar o pássaro arriscando a sua vida. Com a ajuda de uma corda tenta afastar o pássaro, mas sem sucesso, coloca o pássaro novamente em risco. Pedro com a corda conseguiu prender o lobo e salvar o pássaro.
    Escolhi esta cena, porque me chamou muito a atenção o drama e ao suspense presentes ao longo da mesma. A expressividade das personagens foi algo que me cativou bastante, pois conseguia-se sentir a tensão de cada personagem envolvida.

    Diogo Alves 11ºC nº7

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  24. A cena que eu escolhi foi entre os minutos 17.30 e 27:50. Neste excerto vemos um recinto fechado onde um lobo está a tentar caçar um pequeno pássaro indefeso, pois ainda não sabia voar, e um gato; fora deste recinto está um jovem assustado e com receio do que o lobo possa fazer ao seu gato e ao pássaro que tinha tentado ensinar a voar. Quando finalmente o jovem consegue passar para dentro do recinto para ajudar os animais e prender o lobo com uma rede, mete-se em apuros e mesmo assim quando o seu avô chega junto de si com uma espingarda para matar o animal, o jovem tira-lhe a espingarda da mão. Mais tarde eles meteram o lobo numa carrinha fechada para que ela não consiga fugir e levaram-na até a uma aldeia onde estão bastantes pessoas e rulotes com imagens de animais selvagens e até um talho, nessa aldeia as pessoas aproximam-se para verem o lobo e um senhor tenta compra-lo ao avô do jovem, mas este não aceita, de seguida aproximam-se dois caçadores com uma espingarda e apontam-na ao lobo e sem ninguém reparar o jovem prende-os com a mesma rede que anteriormente tinha prendido o lobo. Para, talvez mostrar a liberdade que o lobo merecia (sem caçadores por perto), o pequeno pássaro começou a voar.
    No fundo, o lobo só era mau e comia animais porque também sempre foram maus para ele ao tentarem caça-lo.

    Maria Castro, nº16, 11ºC

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  25. Escolhi a cena final onde o Pedro está na cidade com o avô aparentemente a tentar vender o lobo, mas o ajuda a fugir porque vê que as opções do animal são ser um animal de circo ou ir para o matadouro do talho. Quando os caçadores aparecem e começam a espicaçar o lobo, Pedro atira-lhes as redes e ao ver o seu amigo corvo a levantar voo decide libertar o lobo, que grato com a ação de Pedro, não ataca, olha para ele com um ar amistoso e foge.

    Matilde Sousa 11ºC nº20

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  26. A cena que mais gostei foi a cena do minuto 5:45, quando Pedro abre a porta para “outra realidade”. Gostei dessa cena, pois Pedro passa de um lugar sombrio a um lugar alegre, onde nesse lugar os pássaros são representados pela flauta num registo agudo. Tudo na “nova realidade” é mais alegre e mais bonito.

    Bernardo Cosme, nº3, 11ºC

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  27. A cena que eu escolhi passa-se do minuto 17:50 até ao minutos 22:20. Nesta cena, podemos ver o Pedro a defender o gato do seu avô e um pássaro que este tentava ajudar a voar. Assim, Pedro tem de se esforçar para garantir que o lobo não faz mal não só aos dois animais como também a ele próprio.
    Eu escolhi esta cena pois ilustra a amizade genuína que o Pedro sente em relação ao gato e ao pássaro. Além disso, a banda sonora fez com que, apesar de a animação não ter falas, o espetador pudesse perceber as emoções que o Pedro estava a sentir.

    André Moreira, nº2, 11ºC

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  28. A minha cena favorita foi quando Pedro, depois da morte da sua amiga pata, decidiu fazer justiça. Com força de vontade escalou a cerca e uma árvore e, com uma corda e uma rede conseguiu capturar o lobo. Escolhi esta cena que vai 20:30 minutos aos 23:30 minutos porque demonstra o poder que o sentimento de justiça tem mesmo numa situação de perigo. A ação de Pedro podia ter tido consequências graves, mas mesmo assim o rapaz teve coragem para vingar a morte da sua amiga.

    Tomás Silvério 11ºC nº29

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  29. A cena do filme que eu mais gostei foi a cena do final, quando Pedro liberta o lobo, depois de todo o mal que este tinha cometido, num ato de compaixão e bondade, que são duas coisas que não se vêm muito hoje em dia.
    No geral gostei bastante do filme, além da banda sonora, uma vez que consegue transmitir todo o tipo de sentimentos e emoções.
    Cena do filme: 29min e 10s a 30 min e 1s.
    Rodrigo Ferreira nº23 11ªC

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  30. Começo por dizer que gostei deste pequeno filme. Fala-nos da nossa vida em certas perspectivas ,e como por vezes poderemos fazer/pensar em fazer algo de mal para fazer aos outros sem nos apercebermos da gravidade da situação ,e lembrando-nos de não fazer aos outros aquilo que não vamos gostar que nos façam . Por isso a cena que eu escolhi foi a cena final que retrata esse acontecimento onde o Pedro ao se aperceber o que iria fazer ao lobo, este que tinha comido o seu amigo, e acaba por o libertar. Isto demonstra coragem e heroísmo ,pela parte do Pedro .
    Rodrigo Nogueira nº24, 11ºC.

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  31. A cena que considerei mais importante foi quando Pedro, já na cidade, após ver o quão o corvo era um animal livre por conseguir voar sozinho, libertou o lobo pois reconheceu que este corria perigo de vida, devido ao facto de o animal acabar a sua vida num matadouro do talho ou no circo, e tinha tal como os outros animais direito a ser livre (minuto 27 a 30). Para além disso a existência de uma banda sonora ao longo da obra envolve o espectador na mesma.
    Verónica Antunes 11ºC

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  32. A minha cena favorita foi a que Pedro conseguiu abrir a porta para o outro lado (5:49), pois ele passa de um “mundo” triste e sombrio para um “mundo alegre e cheio de cor. E isso percebesse devido à música que nos dá a entender que seja alegre devido ao seu ritmo.
    Gustavo Santos, nº10, 11ºC

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  33. Gostei do filme, especialmente nos minutos 29:35 até aos minuto 30:00, pois Pedro perdoo o lobo por ter matado o pato, assim soltou-o depois de tudo o que o lobo lhe fez mostrando assim que Pedro é um rapaz de coração puro porque este não seguiu o caminho da vingança.
    Ass: Bruno Ricardo nº5 11ºC

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  34. Gostei muito da curta-metragem e a cena final foi a que captou mais a minha atenção, no minuto 29. Nesta cena, Pedro percebe o destino fatal do lobo, decidindo liberta-lo. Mesmo que este tenha comido o seu pato, o qual motivou Pedro a captura-lo procurando vingança, porêm ao ver que o lobo teria o mesmo destino que o pato, a morte, Pedro sente compaixão perdoando-o simbolicamente ao liberta-lo. Mariana Henriques nº18 11ºC

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  35. A minha cena favorita foi a qual (8:15) Pedro ao prender uma corda ao passarinho o ajuda a subir para a árvore, pois nesta cena é possível observar a ajuda entre espécies, o que na minha opinião não devia ficar só na ficção, mas também ser aplicada na vida real. O uso da flauta providencia a esta cena um carácter cómico e alegre.
    Guilherme Santos 11ºC nº9

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  36. Gostei bastante do filme, pois desde inicio este distingue-se dos outros filmes, tanto nas imagens como no som do filme que é apenas instrumentos específicos a cada personagem, personagens essas que não falam, exceto os animais que fazem sons. Para mim a parte que se distinguiu mais de todas as outras do filme foi por volta do minuto 29, onde Pedro mesmo estando triste e revoltado pelo lobo ter comido o seu amigo (o pato), sente compaixão dele e decide libertá-lo mesmo que isso lhe possa trazer consequências, pois imagina o que irá acontecer se o não libertar. A moral deste pequeno filme é que por vezes ficamos chateados/tristes com algo mas não devemos responder diretamente a esses problemas e se formos prudentes ao invés de agir de cabeça quente podemos fazer a escolha certa seja esse um problema pequeno ou um problema que decidirá todo o nosso futuro.
    Rodrigo Taciano nº25 11ºC

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  37. Gostei bastante do filme, a minha cena favorita começa no minuto 18:00 e termina no minuto 22:00. Escolhi esta cena pois Pedro ao ver que o seu Pato tinha sido comido pelo Lobo, decide sair de onde estava preso e fugir com o objetivo de capturar o Lobo e provavelmente matá-lo. Esta cena demonstra muito carinho, afeto e compaixão que o Pedro possuía com o seu Pato que o levou a enfrentar o Lobo esquecendo os seus medos, demonstrou também um grande ato de coragem ao enfrentar o mesmo. Nesta cena Pedro atira também com a rede ao Lobo com o objetivo de proteger os mais chegados, acaba por assim ter domínio sobre o mesmo, mas não domínio total. Pedro é ainda arranhado pelo Lobo e verificamos que fica assim enraivecido e com um olhar intenso. Toda esta cena é ritmada com um tom grave intenso, ritmo rápido com muito suspense.
    Bernardo Taciano, nº4 11ºC

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  38. Gostei do filme e a minha parte favorita é do minuto 29:35 ao minuto 30, devido ao facto de Pedro ter perdoado o lobo em vez de procurar vingança, uma vez que este matou o pato, o que mostra uma grande compaixão por parte de Pedro. Rodolfo Vicente, nº21, 11ºC.

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  39. Gostei bastante, e surpreendeu-me bastante pela positiva. O momento que mais gostei foi o minuto 29:20, quando Pedro soltou o lobo, pois apesar do que o lobo fez, Pedro libertou-o fazendo dele livre, mostrando que apesar de estar chateado e magoado com o que o lobo fez, isso não o impediu de fazer uma boa ação.
    Rodrigo Siva nº22 11ºC.

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    1. Considero este filme uma obra de arte, pois é um filme sem falas, apenas é constituído por personagens e música, e que mesmo assim nos faz perceber todos os detalhes da simples história que nos é contada o que faz com que seja uma grande obra de arte.
      Rodrigo Silva, Nº22 11ºC

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  40. Gostei desta curta-metragem, proporciona-nos um grande momento de introspeção final e toca-nos de todo ao longo do filme. A cena que escolhi foi a passada no minuto 4:50 da curta-metragem.
    Esta cena mostra o roubo das chaves do cadeado que estava a trancar o portão da casa, por parte de Pedro.
    Estas chaves estavam perto da cama onde o pai/avô de Pedro estava a dormir. Pedro tem como objetivo abrir o portão da sua casa para posteriormente se dirigir ao exterior, logo, tem que primeiro roubar as chaves.
    Escolhi esta cena pois penso que é uma das cenas mais importantes e que fazem a história desenrolar e se desenvolver até a um grande momento final de introspeção.
    A meu ver, as chaves que Pedro roubou não são apenas as chaves do cadeado do seu portão, mas também as chaves para a sua liberdade temporária e para o seu momento de descoberta e até de conquista. Um objetivo secundário surgiu inesperadamente quando o lobo apareceu e Pedro pensou que se o capturasse podia assim atrair o caçador que o tinha humilhado no passado e assim ter a sua pequena vingança. O que é certo é que Pedro conquistou aquilo que pretendia e recuperou a sua dignidade e honra. Apesar de ter perdido um grande amigo neste processo inteiro. E, na minha opinião, o grande ponto de partida foram as chaves roubadas.
    Gonçalo Dias 11ºc nº8

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    1. Esta curta-metragem é sim uma obra de arte. Todos os elementos cinemáticos estão simplesmente perfeitos. A textura escolhida para as personagens é deveras interessante e diferenciada, todos os ângulos de câmara conferem ao filme um bom carácter dramático e de suspense. Toda a música sincronizada e acertada com certos movimentos das personagens e até com o ambiente proporcionam um toque de encanto e comoção. Um filme que deve ser visto mais que uma vez ao longo da vida, e de certo para mostrar a parentes e amigos. Gonçalo Dias 11ºC nº8

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  41. Gostei bastante do filme. Não estava à espera que um filme sem qualquer tipo de fala pudesse ter tanto significado! A parte que mais gostei foi a parte final em que o Pedro salva o Lobo da morte, mesmo depois de tudo aquilo que ele lhe fez! A mensagem transmitida é bastante bonita, mas actualmente e com a sociedade em que vivemos, nem sempre é a mensagem transparecida para a nossa vida quotidiana. André Costa Nº1 11ºC

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  42. Uma das cenas que mais gostei tem início no minuto 29. Nesta cena, Pedro, em vez de vender o lobo, decide soltá-lo. Nesta cena podemos também verificar que o pássaro conseguiu, finalmente, voar. Eu gostei desta cena, pois Pedro demonstra uma consciência ambiental ao libertar o lobo para a vida selvagem
    Mariana Lopes nº17 11ºC

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  43. Na minha opinião este filme pode ser considerado uma obra de arte pois uma obra de arte aquela que nos faz pensar e mudar os nossos pensamentos. E este filme tem essa capacidade pois faz-nos refletir que todos os animais têm direito á liberdade e á vida,sejam eles um pato, um pássaro ou até um lobo.
    Dinis Paulino,11ºC, Nº6

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  44. Eu acho que este vídeo pode ser considerado uma obra de arte uma vez que, de uma forma simples, transmite uma mensagem que faz com que quem veja pense e reflita no assunto. Tomás Abreu, nº28, 11ºC

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  45. Considero este filme de animação uma obra de arte porque todas as personagens estão muito bem feitas, tanto a nível da sua caracterização física como a nível da forma com demonstram a sua caracterização psicológica, através dos movimentos e da banda sonora. Por outro lado, também os cenários estão muito bem caracterizados, acrescentando algum valor à obra. Mas penso que o que faz deste filme de animação uma verdadeira obra de arte é a sua coordenação entre as imagens e a banda sonora, que só por si já é incrível porque transmite as emoções das personagens e a sua caracterização psicológica sem que estas precisem de falas para se expressarem.
    Marta Monteiro nº19 11ºC

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  46. Actualmente existe uma grande quantidade de formas de expressão, desde a pintura à fotografia. Todas estas formas de expressão são consideradas arte, pois cada individuo tem a sua perspectiva de um objecto, caracterizando-o de várias formas. Portanto sim, considero esta curta-metragem arte, pois o realizador transmitiu parte dos suas ideias nesta (cenários, caracterização das personagens, etc).
    Guilherme Santos 11ºC nº9

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  47. Arte está definida como: “atividade humana ligada às manifestações de ordem estética ou comunicativa (…) tem como intuito expressar emoções e ideias, objetivando um significado único e diferente para cada obra. Nesta curta metragem estão presentes 2 tipo de arte: cinematográfica e musical, sendo que a música desempenha um papel fundamental pois dá vida aos personagens e mostra-nos as suas emoções.
    Cada pessoa pode interpretar a obra à sua maneira, mesmo que a história seja a mesma. Através das imagens e da música, o autor expressa-se de maneira a que cada sujeito interprete a história de maneira diferente e olhe para os personagens diferentemente. Sendo também variável as emoções e ideias de quem a vê.
    Então sim, eu considero este filme uma obra de arte.

    João Caldeira, nº13, 11ºC

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    1. ps: faltam aspas a seguir a "para cada obra".

      João Caldeira, nº13, 11C

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  48. A história do filme é uma obra de arte em que apresenta vários altos e baixos na vida de Pedro. Na história não existe nenhuma fala deixando assim o espetador curioso para saber o final da história.
    Ass: Bruno Ricardo 11ºC

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  49. Sim, esta animação poderá ser considerada uma obra de arte, devido a sua percussão pelo mundo inteiro e por ter surpreendido a realizadora/ autora que não daria nada pela animação . Para alem disso esta animação recorre as mais avançadas técnicas digitais da época ganhando então por mérito o óscar de melhor curta metragem . Esta tem um objectivo pedagógico ou seja ,mostrar as crianças os sons dos instrumentos musicais recriando então uma historia com sons e animações . Toda esta obra e uma nova versão/recriação da obra musical de um compositor russo ( Serguei Prokofiev ), com planos e movimentos de camara esta obra de arte confere uma gama de emoções e de dramaticidade. Devido a largas características esta curta metragem pode ser considerada uma verdadeira obra de arte .
    Rodrigo Nogueira nº24, 11ºC.

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  50. 3. Eu gostei bastante da curta metragem musical e a minha cena escolhida foi a do instante 29min29s em que Pedro liberta o lobo, eu escolhi esta cena porque revela-nos o caráter de Pedro, que podia ter permitido que o matassem, mas não o fez, mesmo sabendo que o lobo quando foi ter com eles, foi na intenção de matá-los e mesmo assim Pedro não permitiu que o matassem ou que fosse vendido, pois o seu caráter não foi influenciado por fatores externos, como o dinheiro ou a vingança pelo que o lobo o havia feito.

    Samanta Guerra (11ºC)

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  51. Arte não é apenas pintura, teatro ou até mesmo um espectáculo desportivo. Arte é algo que passe alguma mensagem forte ao público que esteja a assistir/observar a mesma. Tendo este filme uma mensagem tão forte em relação à sociedade actual, acho que sim se deve considerar uma obra de arte.
    André Costa nº1 11ºC

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  52. 2. Eu considero este filme uma obra de arte, pois mostra o quão importante é a expressão, a ilustração, a forma, a música, os gestos... Não é preciso falas para chegarmos ao fundamental da história nem para percebermos a mensagem que quer passar, no fundo o amor aos animais.

    Maria Castro, nº16, 11ºC

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  53. Considero este filme de animação uma obra de arte, pois existem várias perceções de arte, a arte é um processo criativo onde são expressas emoções e sentimentos que são transmitidas a quem está a ver/ouvir, neste caso falamos de cinema e música.
    Margarida Aniceto 11ºC

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  54. Sim, eu considero este filme é arte pois através dele conseguimos sentir conseguimos unir-nos com o artista nos mesmos sentimentos e emoções, o artista conseguiu transmitir-nos os sentimentos e emoções de forma adequada e não aleatória (definição de arte segundo Tolstoi).
    Através deste filme, cada pessoa pode sentir várias emoções, muito devido ao que a música caracterizadora de cada personagem nos faz sentir, e isto é arte.

    Bernardo Cosme, nº3, 11ºC

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  55. A arte é algo subjetivo, mudando de pessoa para pessoa, desse modo este filme pode ter várias interpretações e opiniões.
    Na minha opinião, este filme é uma obra de arte, devido aos efeitos gráficos e ao “jogo de câmaras” que é feito durante o filme. Mais uma vez realço a expressividade de cada personagem ao longo do filme, pois é fundamental para entender o contexto da história.

    Diogo Alves 11ºC nº7

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  56. Penso que este curto filme é uma obra de arte pois quanto espectador vendo um filme sem legendas ou som das personagens torna-se geralmente difícil de ver e entendê-lo, mas este pequeno filme é diferente pois com a “ajuda” dos sons dos instrumentos representantes das personagens conseguimos perceber o que se passa no filme, nomeadamente que as emoções das personagens e a sua caracterização psicológica sem que estas precisem de falar para as expressar.
    Rodrigo Taciano nº25 11ºC

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  57. Na minha opinião esta curta metragem é arte, pois é uma criação do ser humano, que engloba vários conceitos como filmagem, escultura, música. Ao meu ver arte é algo de onde conseguimos tirar alguma mensagem, sentir algo através daquilo que estamos a ver, e a mensagem que é transmitida por este filme deixa-nos a pensar.

    Joana Custódinho nº11 11ºC

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  58. Considero este filme uma obra de arte, pois este filme sem qualquer tipo de fala nem legendas apenas com som e animações consegue dar-nos a entender os sentimentos e emoções das personagens, consegue também meter os espectadores a pensar e refletir sobre as ações das mesmas, com estas ações conseguimos perceber a caracterização psicológica das personagens. O filme apresenta também cenários bem caracterizados e simples, sempre ao ritmo de uma banda sonora que confere momentos de intensidade à ação e por fim o filme faz também reflexão à liberdade, demonstrando que não é apenas importante o ser humano ter liberdade mas também os animais e seres vivos, este é um tema muito importante para todos.
    Bernardo Taciano nº4 11ºC

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  59. Do meu ponto de vista, considero esta animação uma obra de arte, pois toda a história foi pensada de forma cuidada, caracterizando bem cada personagem e cena, apesar de não existirem falas. Além disso, penso que a banda sonora consegue transmitir emoções a qualquer pessoa que veja esta animação, contribuindo para a sua designação enquanto obra de arte.
    Por fim, acho também importante o facto de que toda a animação transmita uma mensagem importante sobre liberdade, fazendo-nos refletir.

    André Moreira, nº2, 11ºC

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  60. Considerei esta curta-metragem uma obra de arte, porque apesar das personagens não terem falas, a banda sonora consegue envolver o espectador na ação, sendo possível passar mensagem da obra na mesma, conhecer as emoções das personagens e algumas das suas características. Sendo assim unido o cinema e a música numa só obra de uma maneira não muito comum.
    Verónica Antunes 11ºC nº30

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  61. Esta curta-metragem pode ser considerada uma obra de arte pois através da música característica das personagens, e apesar da ausência de falas, o público consegue ter a percepção da mensagem contida na obra, e esta transmite sentimentos e pensamentos de reflexão ao mesmo.

    Matilde Sousa 11º C nº20

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  62. Eu considero esta obra uma obra de arte pois não há nada igual a este filme devido às suas caracterizações e estruturas fazendo com que ele seja único e isso torna o numa obra de arte.
    Gustavo Santos, nº10,11ºC

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  63. Esta curta-metragem, na minha opinião, pode ser considerada uma obra de arte, uma vez que transmite diferente tipos de emoções e sentimentos, que variam de pessoa para pessoa, além de transmitir uma mensagem que deve ser refletida pelo espetador.
    Rodrigo Ferreira nº23 11ºC

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  64. Na minha opinião, esta curta-metragem é uma obra de arte, pois expressa emoções e ideias, como a compaixão de Pedro pelo lobo, e a expressividade das personagens permitem-nos entender o contexto da história. Rodolfo Vicente, nº21, 11ºC.

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  65. 4. Sim, eu considero este filme uma obra de arte, pois há uma manifestação estética visual e sonora neste musical, pois através de movimentos e sons o artista conseguiu transmitir uma mensagem, um sentimento, e também há o facto de que cada um pode interpretar á sua maneira, este é um dos bons fatores da arte, a liberdade de interpretação.

    Samanta Guerra (11ºC)

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  66. Considero esta curta-metragem uma obra de arte, pois foi criada com um objetivo simbólico, transmite-nos uma ideia projetada pelo autor. Nela são expressas emoções e sensações através de diversos recursos, não foram precisas falas de personagens, apenas a música e as animações foram suficientes para nos cativarem.

    Tomás Silvério 11ºC nº19

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  67. Goste bastanate desta curta metragem, a minha cena favorita ocorre por volta do minuto 5, neste instante Pedro sai e conhece o mundo exteiror neste momento começa também a tocar uma musica e "quebra" o silêncio que representava o estado de espirito de Pedro.
    Maria Casimiro n 15 11C

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  68. Eu considero que este pequeno filme de animação seja uma obra de arte, pois, apenas através da ilustração das personagens, do cenário e do fundo sonoro, foi-nos possível entender a mensagem do autor. As emoções e sentimentos do mesmo foram expressas sem a necessidade de utilizar falas.
    Mariana Lopes 11ºC nº 17

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  69. Eu considero esta curta-metragem uma obra de arte, principalmente por possuir a capacidade de contar uma história sem qualquer personagem pronunciar uma única palavra, utilizando a música como intermediário, em que cada personagem representa um instrumentos musicais de uma orquestra, encontrando uma semelhança entre ambos (como por exemplo, o pássaro ser representado por flautas, devido ao seu registro agudo) e por ser também responsável pela transmissão das emoções. Mariana Henriques nº18 11ºC

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  70. Apesar de não ser grande apreciador de curta-metragens, a história do Pedro e do Lobo cativou-me. A minha cena favorita, diria eu, pode-se considerar ter início por volta dos 29:11 minutos, podendo corresponder este tempo ao início da cena final, nesta cena Pedro liberta o lobo antes enjaulado com o fim de ser vendido a quem pudesse oferecer mais. Esta cena mostra-nos muito bem o sentimento de compaixão exercido por Pedro ao esquecer a vingança pela morte da sua amiga pata outrora engolida pelo lobo, esta cena revela-nos uma grande mudança no pensamento de Pedro e é deveras impressionante como os próprios espectadores podem corresponder ao rancor de Pedro pelo lobo mas no final estes sentimentos serem totalmente substituídos pelos de compaixão e perdão. Ignorando todos os sentimentos que poderiam manifestar-se em raiva contra o lobo, Pedro não conseguiu aguentar ver as opções para o futuro do lobo, ser morto e servir de troféu para os caçadores ou ficar enjaulado e ser vendido para um circo, portanto, num ato final de bondade, este dá ao lobo o direito à liberdade e à vida, oportunidade esta que não fora oferecida à sua amiga pata. O ato de perdoar necessita de bastante coragem e foi interessante assistir a evolução de Pedro ao longo desta curta-metragem.
    Gonçalo Correia 11ºA nº10

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  71. A minha cena preferida do filme, foi sem dúvida a cena em que o Pedro salva o lobo da morte, apesar de tudo o que aconteceu, isto mostra-nos que devemos ter compaixão pelos outros, e tentar sempre perdoar, o que nem sempre acontece no mundo em que vivemos hoje, mas acho que este filme ajuda a dar uma ideia do que deveríamos fazer.
    Beatriz Anastácio, Nº3, 11ºA,

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  72. Na curta-metragem vista na aula a munha cena favorita foi no minuto 8:55. Nesta cena é onde o pato esforça-se a deslocar pelo gelo e ,na minha opinião, consegue-se defenitivamente perceber que a música nesta curta-metragem exprime sentimentos. Quando o pato está a conseguir deslocar-se no gelo, a música fica mais calma dando a sensação de serenidade, tranquilidade e alegria, enquanto na parte onde o pato enfrenta dificuldades ao andar no gelo a música acelera dando uma sensação de exaltação e alvoroço.
    Devido a esta razão eu escolhi esta cena como a minha favorita do "pedro e o lobo".

    Matilde Serrazina n18 11A

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  73. Gostei bastante desta curta-metragem devido a vários aspectos como a música adequada para cada momento, a técnica de animação e como foi contada a história no entanto sem palavras.
    A minha cena preferida foi entre o min 18:00 e 19:00. Foi depois do lobo ter comido o pato e conseguiu-se sentir a fúria do Pedro. E nesse momento, o Pedro ia salvar o gato enquanto o lobo o queria. Gostei dessa cena pois achei interessante como uma personagem calma e infantil foi comparada ao lobo que é aterrador e "o mau da história" devido ao facto de estar muito zangado com a perda de um amigo. Reparei nessa comparação devido ao ângulo da câmera em que mostravam tanto o lobo como o Pedro de cima e à música. No entanto o Pedro ultrapassou essa fúria e voltou a ser ele mesmo no final, até libertando o lobo, provavelmente de uma morte certa. Leonor Marinho n°15 11°A

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  74. Cena - a liberdade do lobo- min (28:22-30:20). Na minha opinião achei interessante o facto de haver uma conexão entre Pedro e o lobo, uma vez que, ao longo da história o animal era um inimigo para Pedro. Além disso, o rapaz não tendo uma grande afinidade com o lobo, lutou para que este fosse salvo, afastando-o dos caçadores que por sua vez o queriam ver morto.
    Madalena Craveiro nº16 11ºA

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  75. A minha parte favorita do filme «Pedro e o Lobo» de 2008 foi a parte final (29:11), onde Pedro decide libertar o Lobo de novo na Natureza. Eu gostei particularmente desta cena pelo gesto que Pedro toma ao libertar o lobo, que mostra que este já não guarda rancor pelo facto deste animal ter comido o pato com o qual desenvolvera uma grande empatia, decidindo, assim, perdoá-lo e libertá-lo.
    Pedro Martinho, nº20, 11ºA.

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  76. A cena da curta metragem que eu mais gostei foi a última cena. Nesta, o rapaz (personagem principal) apercebeu-se que os caçadores estavam a perturbar o lobo que ele tinha capturado. Esta é minha cena favorita, pois apesar do lobo ter comido o seu amigo (o pato) o rapaz em vez de vingar-se e deixar os caçadores incomodarem e magoarem o lobo, libertou-o, permitindo-lhe fugir e voltar à sua vida, dando-lhe uma segunda oportunidade. Esta compaixão surpreendeu-me e fez-me refletir como facilmente qualquer um de nós vingar-se-ia do lobo, ou, noutra situação, de uma pessoa que nos tinha proporcionado tamanho sofrimento. Desta forma, penso que devemos desenvolver uma maior capacidade de perdoar, sendo isso uma das tarefas mais complicadas que podemos incrementar, visto que a vingança e raiva são alguns dos sentimentos mais inatos ao ser humano.
    Normalmente, todas as animações tentam transmitir alguma mensagem a partir das diferentes situações que são apresentadas. Esta foi a mensagem que eu consegui retirar desta criação, que nos incentiva a sermos mais tolerantes com o próximo.
    Rafael 11ºA Nº22

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  77. (Intervalo de 16:50 – 17:30) Neste intervalo de tempo, após o avô de Pedro o trazer de volta para dentro de casa, Pedro sem muito que fazer decide observar lá para fora através da fenda no muro que protege a sua casa, mas talvez tivesse melhor para ele não o tivesse feito… A amiga pata de Pedro ainda se encontrava no centro do lago congelado e para terror de ambos no topo do relevo, surge um lobo. Este seguindo os seus instintos de sobrevivência, marca a pata como uma presa e então, espera pelo momento certo para atacar. A pata por sua vez, permanece estática por alguns momentos e apenas quando vê Pedro a acenar-lhe para fugir, esta então parte numa corrida de vida ou morte.
    A pata consegue sair do lago gelado, e quando o faz o lobo aproveita a oportunidade para a perseguir. Estando claramente em desvantagem com o lobo numa corrida em terra, este consegue ganhar terreno diminuindo a distância com a sua presa. E quando a pata aproxima--se da fenda onde está Pedro, como se fosse uma punição pela desobediência de Pedro, o lobo alcança finalmente a pata. Os poucos momentos seguintes vemos a pata a ser engolida de uma forma irreal pelo lobo, tudo a ocorrer á frente do pobre rapaz.
    Assim como a maioria daqueles que sofrem a perda de alguém querido, Pedro é rapidamente mergulhado numa raiva rancorosa. É esta que vai permitir o desenrolar do restante da história, mas o que nela ocorre depois não me cabe dizer neste texto.
    Mais é desta cena que queria falar. É de minha opinião e experiência, que a raiva não é necessariamente algo totalmente mau. Para mim, a raiva também é uma manifestação de carinho e afeição. Quando alguém se irrita no momento que algo ou alguém, a essa pessoa é importante, sofre uma provocação ou é perdido a raiva é uma das primeiras emoções a surgir indicando o amor de que a pessoa apresenta por esse algo ou esse alguém.
    Desta forma, o ponto que quero marcar é que Pedro não deixou a perda da sua amiga ter o melhor de si, e ao invés disso agarrou na raiva como uma motivação para se vingar a sua querida companheira. Isto é um indício de afeição e de que Pedro gostava realmente da pata.
    É este acontecimento que mais me marcou durante todo o vídeo, lembrando-me de que não podemos deixar a tristeza pendurar por muito tempo e por mais que seja uma tristeza profunda, podemos sempre usar a nossa raiva para seguir em frente.

    Francisco da Costa, Nº9, 11ºA

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  78. (3) A curta-metragem foi muito interessante, e foi-me difícil escolher apenas uma cena preferida, porém a cena que mais me marcou encontra-se no minuto 29:10 até ao final da história, onde se pode observar Pedro a libertar o lobo, depois de tudo o que ele o fez sofrer, dado que matou um dos seus animais amigos e meteu-lhe em vários sarilhos. O que me chamou à atenção nesta cena foi o ato de perdoar, com intenção bondosa de Pedro para com o lobo, deixando-o assim livre na natureza, ao invés de deixar que o lobo fosse vendido a desconhecidos que, mais tarde ou mais cedo, poderiam matá-lo.
    A mensagem retratada neste excerto da obra é de extrema importância, uma vez que, mesmo agindo de uma forma inicialmente incorreta, temos sempre a possibilidade de remediar as nossas ações através de atos generosos, tal como acontece nesta cena. Todos estes acontecimentos são transmitidos de forma não verbal, o que, no meu ponto de vista, ainda é mais tocante e surpreendente.

    Raquel Marques, nº19, 11ºG.

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  79. (4) Ainda que não veja curtas-metragens regularmente, é-me possível dizer que o filme de Pedro e o Lobo é bastante cativante, na medida em que aborda temas atuais e apresenta o “stop motion”, isto é, uma técnica de animação que é extremamente difícil de realizar, entre outros, o que leva a que a curta-metragem possa ser desfrutado de uma forma completamente diferente. Refiro ainda o facto do filme não ter qualquer fala, sendo que as ideias são demonstradas através das expressões das personagens, que são acompanhadas pela música de fundo que é diferente de personagem para personagem. Ainda que o conceito de “arte” seja subjetivo, com todas estas características incluídas numa só curta-metragem, esta pode ser considerada como uma clara obra de arte.

    Raquel Marques, 11ºG.

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  80. A cena que eu mais gostei foi no minuto 4.40, o momento em que Pedro desobedece ao seu avô e rouba as chaves que pertencem ao cadeado do portão, pois este queria ir brincar para o exterior. Na minha opinião, Pedro roubou as chaves apenas por se sentir enclausurado e querer um pouco mais de liberdade para brincar. Eu escolhi esta cena da curta-metragem, pois é através do roubo das chaves que Pedro tem a oportunidade de abrir o portão e conhecer o exterior, percebendo assim que do outro lado existe um mundo de alegria e de cor.

    Eu considero que este filme é uma obra de arte, pelo facto de não se utilizarem falas para as personagens mas sim o uso das diversas sonoridades de instrumentos, imagens e por períodos de silêncio sustentado.
    Inês Clemente,nº10,11ºG

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  81. Ao ver a curta-metragem do Pedro e o Lobo a parte que eu mais me marcou começou no minuto 28:10 até ao fim do vídeo, este momento foi quando Pedro, a nossa personagem principal, liberta o lobo que estava prisoneiro no carro dos caçadores. Para mim aquele ato demonstrou o quanto Pedro criou uma ligação com o lobo e isso não o permitia ver o lobo preso e futuramente morto pelos caçadores sem tentar fazer nada para que ele voltasse a ter a sua liberdade. Pedro também demostrou ser um rapaz com força e leal ao enfrentar todos e não permitir a fim trágico do lobo.
    A curta-metragem é a prova que não é necessário haver falas para se conseguir transmitir sentimentos, e que por fazes os nossos atos conseguem ser mais fortes e diretos do que quaisquer palavras.
    Madalena Severino Nº 12 11ºG

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  82. Tive algumas dificuldades em eleger apenas um intervalo favorito da curta-metragem "Pedro e o Lobo", pois toda ela tem uma envolvente muito caraterística e apelativa. No entanto, penso que houve um intervalo que me cativou de especial forma. Este intervalo está compreendido entre o minuto 13:30 e 14:30.
    Este intervalo começa com o avô de Pedro a fechar violentamente o portão da casa. Após esse momento, faz-se um silêncio profundo que se traduz em tristeza e pensamentos igualmente profundos que percorrem as mentes de Pedro, da pata e do corvo. A primeira coisa que quebra esse silêncio é um pontapé que Pedro dá no portão, ao tentar expressar a sua frustração. Depois, a banda sonora retorna em grande, quando Pedro tira os olhos do chão e olha em frente com um ar bastante determinado.
    Elegi este intervalo como sendo o meu favorito pois as personagens transmitiram-me exatamente os sentimentos que estavam a sentir naquele instante. A banda sonora foi, sem dúvida alguma, um fator-chave para isto ter acontecido, uma vez que, para além da som dos instrumentos, o silêncio foi introduzido. O silêncio pode ser interpretado de diversas formas e naquele momento, para a transmissão de sentimentos, fez toda a diferença.

    Rita Almeida nº21, 11ºG

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  84. A cena que escolhi foi no minuto 10:15 até ao minuto 11, a ação decorre na rua ao pé de um lago em gelo, em que um gato matreiramente tenta apanhar o corvo, ele estava mesmo à beira do lago com um balão azul atado à volta dele, a olhar para a frente sem se aperceber que o gato estava por detrás dele, já o gato vai andando sorrateiramente até ao corvo mas com o gato dá um pulo para a frente para correr e tentar caçar o corvo, o próprio corvo apercebe-se e levanta voou, escapando assim ao gato, o gato cai na própria armadilha e como o corvo estava mesmo ao lado do lago de gelo quando o gato o tenta apanhar cai no lago partindo assim o gelo e ficando preso. Escolhi este pequeno excerto do filme pois quando uma pessoa tenta “apanhar outra”, “estragando-lhe a vida”, acaba por sair sempre prejudicada no final.
    António Vale, nº3, 11ºG

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    1. Na minha opinião este filme é considerado arte, considerando que é utilizado dois tipos de arte, a música que já é um tipo de arte antigo e está sempre presente nos nossos dias, mexendo com os nossos sentimentos através da audição, e a filmagem que é um tipo de arte mais moderno, este também presente nos nossos dias que nos afeta também mas através da visão. Estes dois tipos de arte juntos, fazem um tipo de arte ideal.
      António Vale, nº3, 11ºG

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  85. Antes de mais gostaria de referir que a curta metragem foi bastante interessante. A cena que eu escolhi refere-se ao minuto 29:25 quando Pedro liberta o lobo e devolve-o à floresta, seu habitat natural pois, em vez de Pedro se vingar e entregar o lobo aos caçadores, mesmo quando ele matou a sua amiga Pata e lhe causou vários problemas, teve consciência e decidiu dar-lhe uma segunda oportunidade para preservar a espécie do lobo e o ecossistema.
    Constança Solipa 11ºG nº5

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    1. Eu considero este filme uma obra de arte pois, a musica é uma forma de arte, é ser capaz de ir além do simples ouvir, captar o sentido dos sons e dos sentimentos, é prestar atenção e estar interessado naquilo que se está a ouvir,pode-se ver isso na curta metragem onde cada personagem interpreta um instrumento diferente.
      Constança Solipa Nº5 11ºG

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  86. A cena que mais gostei deste pequeno filme foi a cena final (do minuto 28 até ao fim), quando Pedro deixa o lobo ir em liberdade, após perceber que um dos caçadores que aparecera no local o iria matar. Com o sucedido, o lobo não ataca e volta para a floresta. Escolhi falar sobre esta cena por se poder constatar que nela, Pedro acaba por não magoar o lobo depois de este ter comido o pato que era o melhor amigo de Pedro. Considerei esta atitude de Pedro bastante madura pois é uma forma de mostrar que o mal que nos fazem não se deve retribuir.


    “O Pedro e o lobo” é um filme que demonstra as emoções e os sentimentos das personagens de uma forma subjetiva de forma a dar a entender aos espectadores o que as personagens estão a sentir. Considero este filme uma obra de arte, pois a forma como as personagens se exprimem não é a habitual, ou seja, não tem falas e as emoções são expressas com a ajuda da banda sonora. O filme transmite uma mensagem que pode ser entendida de forma diferente por cada espectador.

    Madalena Matos, Nº13, 11ºG

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  87. A cena que escolhi foi é referente ao minuto 25 até ao final, esta cena passa-se no parque quando o avô e o Pedro vão tentar vender o Lobo, mas não ficam satisfeitos com as ofertas, enquanto o avô faz as proposta, Pedro , o corvo e as crianças ficam de volta do carro onde se encontrava o Lobo e aparecem os caçadores, um deles tenta matar o Lobo mas Pedro impedi-o de o fazer mandando-lhe uma rede, após estes terem ido embora Pedro liberta o Lobo e deixa-o ir para a floresta. Escolhi esta parte pois apesar de todo o mal e sofrimento que o Lobo causou a Pedro este demonstra um ato de compaixão e bondade e não quis causar o mesmo sofrimento ao Lobo pois se ele o entrega-se aos caçadores era isso que iria acontecer.
    Maria Inês Roque, nº16 11ºG

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    1. Este filme é considerado arte pois engloba música, que é uma arte antiga e a filmagem que é considerada uma arte moderna, os sons da curta metragem, transmite-nos emoções e sentimentos consoante cada personagem pois os sons estão a representar o sentimento de cada um, este filme é diferente dos restantes pois não existe falas e isso torna a captação das imagens e a audição dos sons mais importante para o espectador, cada espectador pode ter diferentes maneiras de entender este filme.
      Maria Inês Roque nº16 11ºG

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  88. Este comentário foi removido pelo autor.

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  89. Considero, sim, que esta curta-metragem seja uma obra de arte.
    Neste caso, a arte cinematográfica envolve outras artes, tais como: a arte musical, através da banda sonora que define a caraterização física e psicológica das personagens, e a da pintura, pois é um filme de animação e, tanto as personagens, como os cenários tiveram de ser desenhados.
    Juntando estes dois tipos de arte, cria-se uma autêntica obra de arte. Toda a curta-metragem tem uma envolvência muito especifica criada pelo facto de a banda sonora encaixar perfeitamente nas expressões das personagens, bem como nos cenários.
    Concluindo, uma vez que a arte é algo que tem como intuito expressar vivamente emoções e ideias, esta curta-metragem é o vivo exemplo disso mesmo.
    Rita Almeida nº21, 11ºG

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  90. Boa tarde, sou a aluna Margarida Vaza, nº14 do 11ºG. A cena da curta-metragem, da autoria de Suzie Templeton, que eu escolhi decorre do minuto 27:40 ao minuto 28:00. Escolhi esta cena, pois achei bastante interessante o facto do corvo, sendo um animal com capacidade para voar, tentar utilizar um balão para o fazer. Esta cena passa-se no centro da aldeia perto de onde Pedro vivia. O corvo passa quase todo o filme pendurado no balão a achar que não consegue voar sem o auxílio deste até que, no minuto 20:12, o lobo lhe rebentou o balão e mais tarde, na cena que escolhi como preferida, este voa pela primeira vez com as suas próprias asas. Esta cena chamou-me à atenção devido à bonita mensagem que passa, que por vezes procuramos outros métodos para alcançarmos algo que desejamos sem procurarmos antes em nós mesmos as capacidades para o fazer e, na maioria dos casos, temos essa habilidade dentro de nós, apenas necessita de ser trabalhada. Outro aspeto que achei igualmente interessante foi o facto de ter sido o lobo a rebentar-lhe o balão, sendo que o corvo o temia. Isto poderá também representar que quando enfrentamos e ultrapassamos os nossos medos estamos também a evoluir e a sair da nossa zona de conforto, o que nos obriga a explorar as nossas capacidades e a descobrir que somos capazes de ultrapassar algo que não considerávamos ser possível.

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  91. Considero este filme uma obra de arte, pois uma obra de arte é algo que projete ou transmite algo para quem a está a observar/admirar. Este filme não só tem um elemento cinematográfico bastante interessante como toda a banda sonora é muito rica. Com este filme é nos transmitida, de uma forma criativa, uma moral, como distinguir o bem do mal, a honestidade, a generosidade e muitos outros princípios e cada instrumento transmite ainda uma emoção diferente. Esta obra é também capaz de nos entreter e de nos manter sensíveis ao que as personagens estão a sentir, através da banda sonora, assim como é de esperar de uma obra de arte.
    Margarida Vaza, nº14, 11ºG

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  92. A minha cena preferida corresponde ao início da cena final, que se encontra a partir dos 29:00 minutos. A presente cena demonstra uma mudança comportamental de Pedro,pois primeiramente Pedro encontrava-se bastante rancoroso perante a ação do lobo ao matar a pata de Pedro, no entanto salva o lobo de ser levado para um circo dando-lhe assim liberdade. Pedro muda o seu comportamento esquecendo a vingança e rancor, os seus sentimentos são substituídos verificando-se um sentimento de perdão. Considerei por isso esta cena a minha preferida, pois estão presentes diversos temas importantes como a capacidade de aprender a perdoar, como verificamos pela atitude de Pedro.
    Filipa Correia,nº7,11ºG

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  93. Após ter visto a curta metragem do "Pedro e o Lobo", conclui que toda a cena se pode aplicar na nossa vida. Escolhi a cena que teve mais significado para mim, pois senti que me revi naquilo que Pedro estava a fazer; a cena a que me refiro é quando Pedro, mesmo sabendo que "do outro lado" existe um lobo que já atacou um "amigo" de Pedro (o pato), Pedro saiba que o seu "amigo" corvo, estava a correr um risco estando em cima da árvore, pois tanto o gato como o lobo podiam atacar o corvo. Pedro demonstra-se corajoso, pois mesmo sabendo do desfecho que o seu ato podia ter, correu o risco e tentou salvar quem ele mais gostava. Pedro começou por saltar a cerca, e com ele levou uma corda e uma rede, que, na ideia dele, prendia o lobo e soltava o seu amigo corvo. Quando Pedro saltou para o tronco da árvore, o corvo "fez-lhe sinais" tentando avisar que aquilo que este estava a fazer poderia ser perigoso. Esta cena começa no minuto 18:45 e termina no minuto 20:15. Consigo relacionar-me com esta cena, pois, muitas vezes tentamos ajudar o próximo sem vermos as consequências que poderá ter para nós próprios. A escolha de ajudar os outros independentemente da situação em que estão, demonstra solidariedade e humildade, pois pomos a outra pessoa em primeiro lugar, e isso faz de nós pessoas melhores, porque não pensamos apenas no nosso bem, mas no bem de todos!
    Concluindo, sinto que toda a curta metragem se reflete na nossa vida, e escolhi apenas uma das cenas que me fez sentir mais "próxima".
    Maria Goucha Silva, nº15, 11ºG

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    1. Considero portanto a curta metragem como uma obra de arte. Esta incorpora uma linguagem simbólica, corporal e sonora, pois a partir destas três conseguimos retirar informações. A curta metragem pode ser interpretada de variadas formas, daí a mensagem transmitida pela obra de arte admite uma pluralidade de significados, consoante a singularidade e o contexto histórico de quem a sente e interpreta. Graças à banda sonora, a curta metragem envolve aí outro sentimento, porque tanto o som da música como cada ação feita por cada personagem se completam, tornando assim a curta metragem muito rica, e consequentemente ser considerada uma obra de arte.
      Maria Goucha Silva, 11ºG, nº15

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  94. Eu considero esta curta metragem uma obra de arte..
    Esta curta metragem faz-nos pensar nas ações que tomamos, sendo assim a minha cena favorita é a cena final onde Pedro decide libertar o lobo mesmo após este ter comido o seu amigo. Ao tomar esta decisão Pedro demonstra grande caráter e coragem ao perdoar o lobo.
    Mário Popp, 11ºG, nº18

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  95. A minha cena preferida do filme foi o final que decorre dos minutos 28 a 30.
    Nesta cena, Pedro estava a mostrar à população que tinha apanhado a loba e que ela estava dentro de uma jaula. Entretanto, chegam os caçadores para a matarem, só que Pedro não deixa e apanha-os com uma rede. E no final solta a loba e deixa- a fugir.
    Esta foi a minha cena preferida, uma vez que mostra a ganância por parte dos caçadores, que não conseguiram matar a loba no início, porque tinham medo, e agora queriam-no fazer, uma vez que ela estava encurralada, e assim, poderiam mostrar à cidade que eram os melhores e poderiam ser glorificados. Só que esta atitude não os levaria a lado nenhum, pois não se deve matar os animais só porque são perigosos e que isso não é nenhum troféu, mas sim um ato desumilde. Os animais fazem parte da nossa planeta e não devemos matá-los, mas sim preservar a sua existência. E por outro lado, também mostra a ingenuidade dos animais, pois a loba só queria alimentar os seus filhos.
    Outro motivo, que podemos ver nesta parte é a compaixão de Pedro, que não deixa os caçadores matarem a loba. No início, Pedro queria fazer a mesma coisa, porque ela comeu a sua amiga pata e não o faz, pois mesmo que uma coisa que nos irrite muito no início, não podemos agir logo e sim pensar, para não fazermos más escolhas e tornar-nos melhores pessoas.
    Por fim, podemos relacionar isto com a atualidade, pois não devemos recorrer à violência para ganhar mérito e respeito, até pelo contrário isso faz de nós más pessoas, frustradas com a vida e materialistas, como é exemplo dos caçadores. Pelo contrário, Pedro como rapaz humilde, vê a bondade e que as coisas importantes são as mais simples, não precisamos de ter muitos amigos para ser feliz, pelo contrário ele é feliz com os animais. Mas, na atualidade em que nós vivemos, como dizia Platão, só está habituada a ver “ sombras”.
    Eu considero este filme interessante, pois acho que cada pessoa vê-o e sente-o de forma diferente. Mesmo que seja um filme para crianças, aborda imensos temas da atualidade, que nos levam a refletir.
    Soraia Santos nº24 11ºG

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    1. Para começar, uma obra de arte é uma obra criada ou avaliada por sua função artística ao invés de prática. Por função artística, se entende a representação de um símbolo, do belo. Apesar de não ter isso como principal objetivo, uma obra de arte pode ter utilidade prática.
      Com esta definição eu considero que sim, este filme é uma obra de arte e tem dois trabalhos artísticos que são a música que representa a falas das personagens e o filme.
      Neste caso, isto pode ser considerado uma obra de arte, uma vez que como já foi referido, tem duas obras que são a música e o cinema e tem uma utilidade prática que é ensinar e corrigir as atitudes das pessoas, afim de não cometerem erros. Como é exemplo da personagem Pedro que aprendemos que devemos ser boas pessoas e se formos más nunca chegaremos a lado nenhum, como está representado nos caçadores.
      Por outro lado, a arte é um produto que transmite uma ideia ou uma expressão sensível. Neste filme, isso é representado quando Pedro solta a loba para ir ter com o s seus filhos, voltar para o seu habitat natural e não ser um alvo/algo para exposição, esta cena é feita para suscitar os sentimentos ou a piedade dos que estão a ver o filme.
      Por fim, a arte é a representação do belo. Mas o que é o belo? Segundo Platão belo é o bem, a verdade é a perfeição. Segundo Aristóteles, “o belo é o esplendor da ordem”, inerente ao homem. Da Vinci, afirmou que “a lei suprema da arte é a representação do belo”. Para Kandinsky: “É belo o que procede de uma necessidade interior da alma”. Independentemente, de quem o diga ou do significado geral, o belo é algo que nos deixa feliz, é o bem ou torna o mundo num lugar melhor. E neste filme, o belo é a mensagem que é transmitida que é que devemos sempre fazer o bem e isso irá nos deixar felizes.
      Soraia Santos nº24 11ºG

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  96. É difícil julgar se este trabalho merece realmente um Óscar .... No entanto, os profissionais já o fizeram, vamos confiar na opinião deles...
    Considero que este filme de animação, não é para crianças e não é divertido por natureza. Apresenta-se cheio de solidão e profundidade com muitos tons escuros, que no entanto, diluíram com os enormes olhos azuis do menino Pedro e a paisagem atrás da cerca. Além de mais, comparando com as outras versões, infelizmente, há muito pouca música de Prokofiev, ela ,que está no fundo do drama , apresenta inúmeras pausas . Deste modo, sendo um dos aspetos fundamentais da obra, merecia claramente muito mais. Ainda as rápidas mudanças de cenas que me trousseram dificuldade em acompanhar a ação da obra. Todavia , a cena que mais gostei foi a última parte da curta-metragem (mint.29 até ao fim) onde podemos ver o protagonista a libertar o lobo tendo em conta tudo o que ele lhe fez. Ao invés de vênde-lo ao jardimzoológico e receber um bom dinheiro, o Pedro deixa o fugir e seguir a vida, dando-lhe outra oportunidade. Penso que é precisamente este momento que transmite a ideia principal deste filme de animação- fazer o bem, perdoar o inimigo que comeu seu amigo e proteger os fracos, apesar da crueldade do mundo circulante....

    Sergei Naumov,nº22,11ºG

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    1. O desenho animado de meia hora é feito na técnica mais complicada de animação de marionetas. Até os mínimos detalhes são feitos de maneira extremamente profissional. Tudo isso é muito colorido e "real". Em geral, tantas aventuras passam por todo o momento que quase não tens tempo para segui-las. No entanto, para não parecer muito sério, os criadores montaram músicas maravilhosas e alguns momentos engraçados. As animações incrivelmente de alta qualidade, combinadas com imagens elaboradas nos mínimos detalhes das personagens, não te permitem desviar s olhar do ecrã , mesmo para uma pessoa que não esteja acostumada a desenhos animados para adultos. O desenho animado acabou por ser fascinante e incrivelmente bonito. O enredo, ou melhor, a sua apresentação, é clara, difere um pouco da fonte original, mas não deixa de continuar a lançar-nos interrogações e a ajudar-nos a compreender melhor o mundo que nos rodeia. Deste modo o o pequeno filme pode ser, efetivamente, ser classificado como uma obra de arte.

      Sergei Naumov,nº22,11ºG

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  97. A cena que eu escolhi é no minuto 8. Nesta cena o corvo sobe à árvore com a ajuda de Pedro, e quando chega a um ramo, ele salta para e plana, devido ao balão, e sente-se feliz e orgulhoso por estar alguns momentos a "voar". Durante o seu "voo", ouve-se uma música calma e sons de pássaros.
    Eu escolhi este momento pois eu gostei do facto que o corvo esforçava-se muito para conseguir voar, e fazia de tudo para conseguir voar durante a curta metragem, e após todo o esforço, quando o corvo consegue alguns momentos no ar, ele fecha os olhos e sorri, demonstrando a felicidade e o orgulho do corvo de conseguir chegar ao seu objetivo.

    Eu considero esta curta metragem uma obra de arte, porque, para além de ser uma história antiga e a mensagem transmitida poder ser posta nos dias de hoje, também toda a animação, música e os efeitos sonoros, transmitem mais que uma história, transmite emoções e várias mensagens para o espectador.
    André Caraus nº1 11ºG

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  98. A cena do filme “Pedro e o Lobo” que escolhi é a final (29:10-30:00), em que Pedro decide libertar e devolver o Lobo à floresta, após se aperceber de que o Lobo iria morrer se não o libertasse. Escolhi esta cena porque mostra a mudança de comportamento de Pedro em relação ao Lobo e que Pedro valoriza mais perdoar o Lobo e ser bondoso e humilde (mesmo que o Lobo tenha comido o Ganso) do que bens materiais e a fama de ter caçado um lobo.
    Dinis Veiga, nº6, 11ºG

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    1. Considero este filme uma obra de arte porque transmite ao espectador uma moral, neste caso, a de ser generoso e que qualquer pessoa é perdoável. Outra razão é que não seria possível transmitir tão bem as sensações sentidas no filme sem a banda sonora que acompanha a história, pois os momentos não seriam tão divertidos, como a cena inicial do lago, ou dramáticos, como a cena inicial do Lobo, daí considerar que a banda sonora é um fator que ajuda “Pedro e o Lobo” ser uma obra de arte.
      Dinis Veiga, nº6, 11ºG

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  99. Primeiramente acho que é importante referir que gostei bastante da história e do enredo da mesma e a minha cena favorita decorre entre os 5:25 e os 13:05. Esta cena é referente ao momento em que Pedro saí para o lago pela primeira vez, mesmo indo contra as regras do seu avô e acabando por concretizar algo que ele já queria á algum tempo. Esta cena é a minha favorita pois percebemos que Pedro, mesmo estando ciente das consequências, decide quebrar as regras do seu avô para ter uns instantes de prazer e liberdade.

    Eu considero esta curta metragem uma obra de arte, pois é fascinante a maneira como apenas através do som e de animações, sem qualquer tipo de legendas a mesma consegue transmitir aos espectadores, após alguma reflexão, uma mensagem, uma mensagem que cada um pode interpretar a sua maneira e por isso esta obra de arte dá uma grande liberdade de interpretação aos espectadores da mesma. É importante também referir que é impressionante a excelente caracterização dos cenários e a qualidade da banda sonora, que sempre no ritmo, transmite o sentimento e a caracterização psicológica das personagens. Por isso não admira ter recebido um Óscar de Melhor Curta-Metragem.
    António Ruivo nº2 11ºG

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  100. A minha cena favorita é entre os minutos 15:40 e 22:44 pois é o momento onde o lobo come o pato. Este acontecimento foi espectado por pedro, este ficou triste, abatido e a querer vingança. Após isso, Pedro tenta matar o lobo e salvar os seus animais. Isto demonstrou a coragem de Pedro em enfrentar os seus medos.

    Eu considero este filme uma obra de arte, visto que junta duas das 7 artes, sendo uma delas muito antiga (música) e a outra muito recente (cinema). Pessoalmente nunca tinha visto um filme que não tivesse falas, e este conseguiu chamar a minha atenção devido a cada personagem ser identificada por um som de um certo grupo de instrumentos, daí ter recebido, merecidamente, um Óscar de melhor Curta-Metragem!
    Guilherme Colmonero, nº9, 11ºG

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  101. Primeiramente, em relação à escolha de uma cena favorita, considerei bastante difícil eleger apenas uma, devido a toda a mensagem que a curta-metragem consegue passar. A cena que escolhi acontece entre os minutos 20:40 e 22:00. Esta cena chamou-me à atenção, pois, Pedro ao ver os seus amigos em perigo perante o lobo, demonstra uma imensa coragem e submete-se a esse mesmo perigo para os ajudar. A banda sonora está muito bem idealizada nesta cena, é possível ao expectador perceber o que as personagens estão a sentir e o facto da música ser muito forte na parte em que o lobo morde Pedro, capta a atenção de quem está a assistir.


    Considero este filme uma obra de arte, pois, transmite uma mensagem muito forte, é um pouco subjetiva e cada um dos espectadores poderá ter a liberdade de fazer a sua interpretação. Esta curta-metragem consegue captar a atenção do espectador mesmo sem qualquer tipo de fala ou legenda, o que representa uma tarefa muito difícil para qualquer realizador. Foi com mérito que recebeu o Óscar de melhor curta-metragem, em 2008, ao juntar diferentes formas de arte num mesmo filme, o cinema, a arte de desenho/pintura, visto que é um filme de animação, e a que tem um grande impacto, a música. Achei interessante o facto de cada personagem ser associada a um instrumento diferente e conforme o ritmo da mesma, conseguirmos entender as emoções e os comportamentos das personagens.
    Rita Santos, nº20, 11ºG

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  102. A minha cena preferida encontra-se logo nos minutos iniciais, parando no minuto 2.00, pois logo nos minutos iniciais vemos o medo do avô de Pedro sobre a "criatura maligna" que é o lobo, vemos a proteção da sua casa para se proteger do lobo. Logo de seguida vemos a coragem de Pedro a querer explorar o mundo exterior e a beleza do mesmo, o que mostra que não se deve ter medo de nada e sim enfrentarmos os nossos medos.

    Quando falamos de obra de arte, temos de ter em atenção que ao contrario da animação da disney esta curta metragem não é tão apropriado para crianças mais novas. Se tivermos o ponto de vista que nesta curta metragem cada personagem contem um instrumento musical diferente, temos de dar mérito aos realizadores e classificar como uma obra de arte, não menosprezado quem realizou as pinturas/desenhos porém achei mais impressionante a parte dos instrumentos musicais, pois isto dá um toque único a esta curta metragem, porém como estamos a classificar se é uma obra de arte temos de ter em conta que a opinião de cada pessoa via ser diferente o que nos permite fazer um bom debate acerca desta obra de arte.
    Tomás Santos, nº25 11ºG

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  103. Gostei bastante deste filme e gostei de várias cenas, no entanto, a que mais gostei e que escolhi começa no minuto 15.45 e acaba no minuto 16:25. Nesta cena Pedro tenta chamar a pata para perto dele pois o lobo tinha aparecido e o Pedro estava com medo e receio que ele a comesse, entretanto, o lobo corre a em direção á pata e come a, Pedro ficou aterrorizado e admirado. Gostei muito desta cena devido à música que parecia estar relatar os momentos do filme e as cenas que estavam a acontecer, e a musica vai mostrando o suspense existente nas cenas e os momentos de angustia criados pela musica.
    Eu considero este filme uma obra de arte e não há dúvidas que mereceu o óscar de melhor Curta-Metragem. Pois apenas com a música e sem falas consegue chamar à atenção dos espetadores e dar uma liberdade imensa para os espetadores interpretarem o filme à sua maneira. Considero o filme uma obra de arte também por juntar várias artes como a música e o cinema e funcionarem tão bem
    Francisco Caldeira nº8 11ºG



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  104. A minha cena favorita do vídeo foi a sua última parte, do minuto 28:30 a 30:00, visto que é apenas nessa altura que Pedro demonstra ser corajoso e solta o lobo já que os caçadores queriam matá-lo quando o mesmo já estava dentro de uma jaula, inofensivo e sem puder fazer mal a ninguém. Ao soltar o lobo Pedro anda com ele de seu lado provando que este era bom e que não se deveriam assustar ou mesmo acabar com a sua vida. De seguida o lobo corre em liberdade. Toda a cena é magnifica e repleta de sentimentos o que faz com que seja a minha preferida.

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    1. Eu considero esta curta metragem uma obra de arte, uma vez que mistura duas artes distintas, a música e o cinema, que faz refletir sobre os atos da humanidade e que é uma história de onde se tira uma mensagem deslumbrante.
      Bernardo Duarte nº4 11ºG

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  105. Relativamente à minha cena favorita, saliento os minutos 27 a 29. Esta parte refere-se à libertação do lobo à natureza, por parte do rapaz, Pedro. Escolhia-a, uma vez que, o protagonista demonstra simplicidade, altruísmo, e bondade por parte de Pedro. Poderia vendê-lo, e percebemos da sua necessidade de dinheiro; poderia matá-lo, por ter morto o ganso, feri-lo a ele próprio, e querer vingança. Revela ainda misericórdia e compaixão pelo Lobo.



    Acerca da definição deste filme como obra de arte, é incontestável e obviamente uma obra de arte. Sabemos que, uma das grandes preocupações da Filosofia é definir o que é a arte. Contudo, visto que todo o filme é narrado através da música, específicas e únicas para cada personagem, logo aí, mostra o perfecionismo e o estoicismo de todo o filme. De facto, a própria melodia e ritmo das músicas, intensifica a importância de cada acontecimento e permite distinguir as nossas emoções, enquanto visionamos o filme.

    Efetivamente, face à pulcritude da construção do filme, acompanhado com as mais avançadas técnicas digitais da época; face à sua grande expressividade e extraordinária beleza; este filme é “digno de se sublimar”.

    Simão Duarte,nº23,11ºG

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  106. Após a visualização da curta-metragem de “Pedro e o Lobo”, a cena que eu escolhi como minha favorita foi a última cena do vídeo (28:40 – 30:00), onde Pedro liberta o lobo, apesar de tudo o que este lhe fez. Após os caçadores chegarem para matar o lobo, Pedro, prende-os numa rede, não os deixando matá-lo, de seguida Pedro mostra-se corajoso e decide libertar o animal, visto que este poderia morrer para os caçadores ou até mesmo por não comer. Após libertá-lo, os dois caminharam lado a lado, mostrando assim que o lobo não queria fazer mal a ninguém, apenas queria alimentar as suas crias. Por outro lado, os caçadores mostram um caráter egoísta, pois apenas queriam matar o lobo para serem homenageados devido ao feito.





    Na minha opinião, acho que esta curta-metragem é um exemplo de arte, devido ao facto de as personagens estarem muito bem representadas pela música, mas também por ser uma história que não tem falas, mas que representa muito bem os sentimentos das personagens e a mensagem que a história transmite.

    Tomás Oliveira, nº26, 11ºG

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  107. No contexto da aula de Filosofia, com o intuito de expressar quais são as nossas ideias acerca de o que é considerado Arte, visualizamos a curta-metragem "Pedro e o Lobo". Considerámos que esta curta é Arte, dado que o enquadramento da música com a imagem transmite os sentimenos das personagens ao longo dos acontecimentos, envolvendo o espetador na ação.
    A cena que mais nos cativou foi a dos minutos 4:32 - 5:20, na qual o avô dormia serenamente enquanto Pedro, muito nervoso, tentava alcançar as chaves do portão para poder sair. Gostamos particularmente desta cena devido ao enorme contraste entre as emoções transmitidas, por um lado o avô calmamente descançava enquanto Pedro, cada vez mais nervoso aproximava-se à socapa para tirar as chaves. No entanto o que marcou mais a cena, foram os sons, ou neste caso, a ausência dos mesmos, apenas soando o tremer das chaves e o sereno respirar do avô. O silêncio ensurdecedor em contraste com o barulho estridente do tilintar das chaves, deixa o espetador colado ao ecrã, sentindo o mesmo que Pedro: um extremo nervosísmo.


    Gonçalo Neto nº9 & Inês Patrocínio nº10 - 11ºB

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  108. Consideramos que esta curta metragem é uma obra de arte, uma vez que, apenas com a música, conseguimos perceber o que cada personagem sente. Neste vídeo não existem falas, apenas música, que é capaz de intensificar e de dar a devida importância a cada uma das cenas. Para cada uma das personagens existe um diferente tipo de instrumento, e para cada uma das cenas um diferente ritmo, o que diferencia a importância das cenas. Esta curta metragem transmite uma mensagem forte apesar de subjetiva, o que, torna possível as diferentes interpretações de cada pessoa que a vê.

    Relativamente à cena que mais nos chamou à atenção foi, talvez, quando Pedro, mesmo estando aterrorizado, libertou o lobo ( minutos de 27 a 30 ) e prendeu os caçadores. Esta cena mostrou que Pedro é um menino altruísta e realçou a crueldade e ganância por parte dos caçadores, que, apenas o queriam matar para serem homenageados por este feito. Apesar de o lobo ter magoado o Pedro, comido o pato e ter causado medo e aflição ao povo, Pedro decide libertá-lo, uma vez que, o menino percebeu que as únicas intenções do lobo era arranjar alimento para as crias. Podemos relacionar esta cena com a atualidade uma vez que não é por recorrer á violência que vamos obter respeito da parte de todos e, Pedro, através da bondade consegue esse mérito, ao contrário dos caçadores.
    Edite Lima, Nº8 e Miguel Lopes, Nº18 - 11ºB

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  109. A cena que escolhemos está entre 5:00 e 14:41 minutos. Esta cena começa com o pedro a querer sair da casa juntamente com o pássaro e com o pato. Mais tarde o gato junta-se para caçar o pássaro e esta cena acaba-se com o avô a prender o pedro dentro de casa e o aparecimento do lobo. Podemos concluir que o Pedro estava a tentar explorar o outro lado da porta e o avô impediu-o sair de casa, pois queria protege-lo do lobo.
    Escolhemos esta cena porque nos marcou bastante, uma vez que o Pedro só queria divertir-se com os seus amigos sem ter noção do perigo do lobo mas foi impedido pelo avô.
    No nosso ponto de vista, consideramos que o filme é arte, pois conseguiu transmitir a mensagem desejada a partir de uma animação simples e marcante.

    Daniel Pereira nº 5 e Liliana Xiao nº15 11ºB

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  110. A cena que nós escolhemos como favorita, após a visualização da curta-metragem de "Pedro e o Lobo", foi a cena final da história (28:00 - 30:00). Depois de capturar o lobo, Pedro chega à cidade com o avô no carro, onde rebocavam o lobo numa jaula, com o objetivo de dar o animal aos caçadores em troca de dinheiro. Quando chegam os caçadores, Pedro porém decide prendê-los numa corda e libertar o lobo, apesar do perigo que este representava. Esta ação de Pedro pode ser interpretada de maneiras diferentes. Pedro pode ter libertado o lobo devido ao facto de sentir pena deste, pois o lobo seria morto pelos caçadores, e para provar que o lobo não era mau, simplesmente lutava pela sua sobrevivência. Outro motivo poderá ser o facto de este ser discriminado pelas outras crianças da cidade, por isso liberta o lobo para mostrar que é forte e que não tem medo de nada.
    Seja qualquer uma destas razões, a história do "Pedro e o Lobo", mostra a bondade e a simplicidade de Pedro e, por outro lado, o egoísmo e o mau carácter dos caçadores e do povo da aldeia. Por isso, na nossa opinião, consideramos este filme uma obra de arte, pois consegue transmitir uma mensagem importante e os sentimentos de cada personagem conciliando a música e a imagem num só.


    Duarte Batista nº7 11ºB
    Tomás Matosnº23


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  111. Para começar achámos a curta-metragem muito interessante e muito bem concebida. A cena que mais nos marcou foi a última (24:30-30:00), ou seja, a cena em que Pedro liberta o lobo em vez de o entregar às mãos cruéis das pessoas da aldeia e caçadores. Pedro toma esta decisão porque ao olhar em sua volta apercebe-se que qualquer que fosse o destino que aguardava o lobo na aldeia, ia ser absolutamente cruel e/ou violento, pelo que a única decisão inteligente a tomar é deixar o lobo voltar à floresta onde era realmente feliz. Pedro toma esta decisão mesmo depois de o lobo ter comido a pata Sónia, o que remete um pouco para o significado de que mesmo apesar de um ter cometido erros não devemos cometer os mesmos erros colocando o outro numa posição difícil, isto é, mesmo após o sucedido, Pedro decide ter compaixão para com o lobo.
    Os efeitos especiais e o facto de não haver diálogo entre as personagens, mas sim uma forte banda sonora onde cada instrumento é característico de uma personagem diferente, dão outro relevo e dimensão a esta animação/história. Por isso vemos esta curta-metragem como arte, visto que sabe utilizar e transmitir tão bem uma mensagem ao público através de sons e imagens apenas.
    Joana Miranda, Joana Ferreira, João Martinho e Manuel Mourão 11ºB

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  112. Isto é arte?

    A arte é um processo criativo, uma forma de expressão que pretende passar uma mensagem, mas que também pode ter o intuito de perspetivar o mundo. No fundo, a arte é algo que causa ou que transmite sentimento.
    Assim, e tendo por base a curta-metragem intitulada “Pedro e o Lobo” visionada na última aula, consideramos que esta é uma forma de arte.
    A nossa opinião prende-se pelo facto de não só o filme transmitir de forma clara e eficaz os sentimentos experienciados pelas personagens, mas também pelo facto dele causar sentimentos nos espectadores.
    Outro ponto que defende a nossa posição é o facto de, ainda que de forma subliminar, a curta-metragem transmitir uma mensagem. No início do filme é nos apresentado uma personagem, Pedro, que vive uma vida monótona e depressiva (elementos demonstrados pelo balão azul e pela ausência de cor). No entanto, aquando o contacto do rapaz com os animais e com a floresta, as cores tornam-se mais vivas, a música é introduzida e o balão deixa de estar na posse de Pedro, o que, a nosso ver, simboliza a liberdade e a felicidade da personagem principal. Poderemos ainda retirar a conclusão que, ainda que o lobo seja apresentado como uma figura perigosa, não chegou a atacar Pedro de forma consciente e bruta como o caçador. Desta forma, para além do filme tentar transmitir uma mensagem de consciencialização ambiental, a nosso ver também pretende mostrar que a humanidade, constituída por seres racionais, por vezes é mais insensível e maldosa, do que os próprios animais - seres irracionais.
    Concluindo, a cena que mais nos marcou foi a perseguição do lobo e a ingestão do pato por parte do mesmo. A nossa escolha prende-se, talvez, pelo carácter mais violento da cena e, por isso, talvez mais marcante.
    Contudo, poderemos, de certo modo, inserir esta cena como complemento do nosso discurso, uma vez que demonstra que os animais cometem atos agressivos para garantir a sua sobrevivência e não por maldade.

    Carolina Marrucho (nº3), David Lucas (nº 5)

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  113. No filme de animação, curta-metragem da autoria de Suzie Templeton intitulada "Pedro e o Lobo", vemos uma articulação entre a música e a animação cinematográfica. Este filme pode ser considerado um filme mudo, em que predomina a música e os diferentes instrumentos, sendo cada instrumento associado a uma personagem. Assim sendo, em poucos segundos, a ausência de trilha sonora e o facto de prevalecer certos instrumentos, intensificação dos mesmos, quando se aproxima do clímax da ação, permite que o espetador se sinta mais integrado no acontecimento, mais cativado e por sua vez mais preso devido à intensificação dos sentimentos e ao aumento do ambiente de suspense que é criado através da combinação dos diferentes instrumentos e da imagem que nos é transmitida.
    Para nós arte é tudo o que é uma expressão de sentimentos, pensamentos ou de uma visão da realidade, é a forma como alguém consegue expressar-se e explicar a sua realidade, não sendo compreendido por vezes por todos, nem tem de ser ambíguo. Assim sendo a partir da arte, é possível transmitir tudo, tal como sentimentos, mensagens etc. Quando vemos uma pintura abstrata em geral grande parte da sociedade não acha que seja arte pois não transmite uma imagem concreta, mas é essa a importância desta obra ao ter momentos em que a imagem nada significa para o publico sem a trilha sonora. Através dos sentidos, o compositor, conseguiu transmitir sentimentos e uma mensagem para todo o publico.
    Queríamos destacar o instante 15:42 a 16:30, foi neste momento em que todo o publico passou por momentos de intensa frustração e aflição, pois não conseguimos salvar o pato. Para além disso, no minuto 16:14, todos nós vimos no Pedro, a tristeza comum de todos os espetadores, este sentimento veio acompanhado de uma sensação reconfortante por sermos entendidos e nos sentirmos identificados. Por isso é que ambas pensamos que seja arte, esta curta-metragem foi composta de modo que fossem transmitidas sensações e que sentíssemos o mesmo que os personagens, tendo sido esse o objetivo do compositor.
    Maria Faustino nº17
    Soraia Salgado nº22 11ºB

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  114. Por arte, tem-se “a atividade humana associada a manifestações de natureza estética ou comunicativa, que visam a expressão de emoções e ideias, procurando dar a cada peça um significado único e diferente”. Neste curta-metragem, é nos apresentada a arte em diversas formas, como música, que desempenha um papel importante em dar vida às personagens, e, consequentemente, dar a entender as suas emoções, e como figuras animadas, que nos ajudam a ter uma percepção melhor do ambiente em que as personagens se encontram, e trazer à vida a história que vai sendo construída.
    Dito isto, é, esta curta-metragem, arte? Sim! A obra, mesmo sem nenhum tipo de linguagem ou legendas, apenas com som e animação, não só permitiu-nos entender os sentimentos e emoções das personagens, deu também aso a que o público pensasse e refletisse sobre as suas ações. O filme, também, apresenta cenas marcantes e simples, sempre com o ritmo da trilha sonora para momentos intensos de ação, mais cómicos, ou, até, mais tristes.
    A cena que escolhemos encontra-se do minuto 4.50 até ao minuto 5.50.
    Dita cena mostra Pedro a roubar as chaves do cadeado que tranca a porta da casa.
    As chaves estão perto da cama onde o avô de Pedro dormia. Pedro pretende abrir a porta da sua casa para ir para o exterior.
    Escolhemos esta cena, pois achamos que é uma das mais importantes, uma vez que permite que a história se desenrole e se desenvolva até o último grande momento de reflexão.
    As chaves que Pedro roubou não são apenas as chaves do cadeado do seu portão, mas também as chaves da sua liberdade (temporária). São as chaves de um momento de descoberta e de conquista. Quando o lobo aparece, Pedro pensa que, se o pegar, poderá vingar-se e atrair caçadores que gozaram com ele no passado. Com certeza, Pedro conquistou o que queria, recuperando a sua dignidade e honra. Porém, pelo caminho, perde um bom amigo. A nosso ver, então, o principal ponto de partida são, sim, as chaves roubadas.

    Diogo Florentino nº7
    Patricia Andrei nº19
    11ºB

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  115. Para nós, esta curta-metragem de Suzie Templeton é arte, pois a arte pode ser entendida como uma atividade humana usada para expressar emoções e ideias, mostradas de diversas maneiras como, por exemplo, a partir do desenho, da escultura, da pintura, da escrita, da música, da dança, do teatro, do cinema, mas o que para uma pessoa é arte, para a outra pode não ser, dependendo do gosto/opinião de cada uma das pessoas, e de como se interpreta as coisas.
    Nesta curta-metragem a cena que mais nos marcou, foi no minuto 29:20, pois apesar de tudo o que o lobo fez ao Pedro (ter atacado este e ter comido a Sónia, o pato fêmea de Pedro) e do que Pedro fez ao lobo (prendeu-o na rede que permitiu ao avô transportá-lo para o tentar vender), Pedro ao ver que o lobo ia ser morto, demonstrou-se uma pessoa extremamente afetuosa, racional e compreensiva, pois libertou o lobo após tudo o que aconteceu, devolvendo-o à floresta.

    Bernardo Luís nº2
    José Domingos nº14
    11ºB

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  116. Apesar de não ser a cena que gostámos mais, a que achámos mais importante foi a cena em que o lobo comeu a pata.
    Esta cena permitiu o amadurecimento psicológico de Pedro. Antes da morte da Sónia (a pata), Pedro era um rapaz que se deixava intimidar mais facilmente pelos caçadores, e pelo lobo. Após a pata ter sido devorada pelo lobo, Pedro mudou a sua atitude perante aquilo que o incomodava e intimidava, tornou-se mais forte, não se deixando intimidar pelos caçadores, e posteriormente capturando o lobo.
    Por fim observámos também que o Pedro tem um bom carácter, pois quando teve a oportunidade de fazer mal ao lobo, não o fez, e acabou por libertá-lo.

    Matheus Balieiro e Matilde Machado, 11º C

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  117. A cena que mais gostámos e achámos relevante para o desenrolar da história foi o final, quando o pássaro, que é representado pelo instrumento musical flauta, voa pela primeira vez.
    É a ação inicial, as várias tentativas de Pedro em auxiliar o pássaro Sasha a voar, através de um balão azul, preso ao corpo com um fio, que desencadeia a restante história.
    Através da cena escolhida é notável como a personagem, o pássaro, evoluiu e superou-se, acabando assim por conseguir voar. Após este acontecimento destaca-se a alteração da música (mais alegre e grandiosa).
    Carolina Henriques e Maria Rodrigues 11ºC

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  118. Arte pode ser entendida como a atividade humana ligada às manifestações de ordem estética ou comunicativa. Este processo criativo dá-se a partir da percepção com o intuito de expressar emoções e ideias, objetivando um significado único e diferente para cada obra. Como esta obra tem um objetivo pedagógico, esta pode ser considerada uma obra de arte, pois serve-se da comunicação (em forma de música e cinematografia) para expressar conhecimentos e emoções do compositor.
    A obra de Sergei Prokofiev também pode ser considerada arta, pois além do seu carácter comunicativo e pedagógico, ela também tem um papel histórico-social importante, pois foi escrita em 1936 e até aos dias de hoje é usada como elemento de estudo de pessoa no ramo da música.
    Escolhemos a cena em que se passa todo o processo e a captura do lobo. Quando toda a gente fugia e se escondia do lobo, Pedro, motivado, enfrentou e conseguiu capturá-lo. 
    Esta cena destaca-se, não só por representar o feito do Pedro, que foi o único a enfrentar o lobo, mas também por ter presente nela maior parte da mensagem que o filme transmite. O lobo, representando o medo, é aquile de que todos se escondem, Pedro, é aquele que o enfrenta e o entende, após a morte da pata, símbolo daquilo que se perde pela entrega ao medo, passando a ser também o único a senfir-se confortável e livre em relação a ele, também esta sensação simbolizanda pelo corvo da asa partida que no final consegue voar. 
    Gonçalo Onofre n°5
    João Martins n°11
    Rodrigo Caetano n°19
    Grupo C, 11°C

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  119. Neste filme, a cena que mais nos marcou foi a altura em que Pedro deixou o lobo fugir, esta cena impressionou-nos pois apesar de o lobo ter comido o ganso(melhor amigo dele) e de ter tentado comer o próprio Pedro, no fim Pedro não deixa que nada de mal seja feita ao lobo, acabando por não lhe negar a liberdade, libertando-o.
    Outro facto que nos impressionou foi a maneira como no filme não foi dito uma única palavra, os sentimentos das personagens e o objetivo do filme são-nos transmitidas na perfeição
    Grupo F Rafael Cardoso N18 Gonçalo Santos N6 David Lopes N3

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  120. - [ ] Em resposta à pergunta “este filme é arte?”, respondemos que sim. Uma evidente obra de arte, visto ter a capacidade nos provocar sensações/emoções consoante o que vemos, por expressá-las e transmiti-las, relacionadas também com a relação humano-animal, tais como a tristeza, raiva e desejo de vingança de Pedro face à situação em que o Lobo captura a pata, matando-a; temos também apresentada a emoção de felicidade quando Pedro vê que o pássaro consegue finalmente voar; a amizade entre Pedro e os animais, nomeadamente a pata e posteriormente o pássaro, mostra-nos ainda o sentimento de carinho e proteção possível entre diferentes espécies e níveis de racionalidade; e, por fim, o exemplo que mais nos marcou e daí ser a cena que escolhemos para destaque, a compaixão, solidariedade e maturidade de Pedro ao deixar o lobo fugir em liberdade, poupando-o do sofrimento, da morte, perdoando de certa forma a sua atrocidade para com a sua pata, que era no fundo a sua grande companhia, podendo ser assim considerado um exemplo a seguir para qualquer pessoa, mais nova ou mais velha, pois se há coisa que é intemporal é o carácter de cada um de nós. Vemos assim como a arte, de uma forma tão simples e primitiva nos consegue instruir e incentivar a praticar o bem, independentemente do sujeito e contexto em causa.
    11C: Grupo D (Inês Santos, Inês Guedes, Martim, Tomás Serra)

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  121. Para nós, a arte é a habilidade de transpor as ideias e os pensamentos, usando as nossas capacidades e talentos, quer seja na pintura, arquitetura, literatura, desenho, cinema, etc.
    Consideramos esta curta-metragem de Suzie Templeton arte, pois é uma forma de representação de ideias, em que o autor expressa os seus sentimentos e ideais num culminar de diversas "artes" e talentos (plásticas, cinematográficas, musicais). Tal não significa que nós tenhamos apreciado o filme, pois a arte é subjectiva, podendo ser do agrado ou não do espectador, embora deva sempre ser reconhecida como "arte".
    A cena que achamos mais relevante desta curta-metragem foi a parte final, em que Pedro liberta o lobo e num olhar intimidante, mas de respeito, Pedro ultrapassa o seu desejo de vingança pelo seu pato, Sónia, caminhando lado a lado com o lobo até este se afastar e regressar ao seu meio natural. O motivo da nossa escolha deve-se ao facto de ser uma peripécia, uma mudança brusca no rumo da história, o que produz ao espectador o suspense do inesperado e a curiosidade. Também o aspecto moralizador da história nos agradou, pelo facto de Pedro superar o sentimento de vingança, dando uma oportunidade ao lobo, e o facto da libertação do lobo significar a libertação de Pedro dos seus rancores e receios.

    Tiago Pinto nº20
    Vasco Avelar nº 23
    11ºC

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  122. No âmbito de um trabalho de aula (filosofia), nós neste comentário iremos abordar o tema arte, como esta curta-metragem se insere na arte e iremos também dar a conhecer a nossa cena preferida e explicar o porquê da escolha.
    Na nossa opinião arte é uma forma de expressão, um método usado por certas pessoas para expressar os seus sentimentos/pensamentos, através das mais diversas formas (música, poesia, pintura, escultura, etc.). Assim concluímos que este filme pode ser considerado uma obra de arte uma vez que o realizador e todos os seus colaboradores conseguem transmitir através de técnicas digitais, pensamento das personagens e características das mesmas, emoções e uma mensagem para os espectadores.
    Nós escolhemos uma cena onde o Pedro solta o Lobo, após o caçar com a ajuda do avô, escolhemos pois nesta demonstra a mudança de atitude de Pedro em relação ao lobo, no inicio o Pedro queria caça-lo e no final acaba por ajuda-lo libertando-o e ficando amigo dele.
    Ass: Francisco Oliveira e Tomás Oliveira.

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  123. Na nossa opinião, este filme é arte.
    Este filme, extraordinariamente, não apresenta falas entre personagens. Os sentimentos e expressões das personagens são apresentados através das melodias dos instrumentos correspondente a cada personagem.
    As diferentes fases da ação, originam alterações da melodia. Para ações mais dramáticas, como por exemplo em momentos de tensão, a melodia é rápida, emitindo sons altos e graves, havendo um aumento da intensidade. Por outro lado, em ações menos intensas, a melodia é mais lenta, baixa, aguda e suave.
    Esse filme pode ser considerado arte, pois surpreende e toca o espectador, pela maneira como traduz o estado de espírito das personagens, o que seria algo psicológico, para o físico, a música.
    Carolina Henriques, Maria Rodrigues, Matheus Balieiro, Matilde Machado, 11º C

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  124. Neste comentário pretendemos abordar o tema da filosofia da arte, a partir da visualização de uma animação, "Pedro e o lobo". Entendemos que uma obra de arte é constituída pelos termos, obra e arte. A obra é algo produzido pelo Homem, sendo uma criação material ( um produto industrial etc.) ou uma produção intelectual (uma canção etc.). Já a arte é considerada como visão sensível do ser humano acerca do imaginário ou mundo real, onde se expressam percepções, emoções e sensações através de diversos recursos. Logo uma obra de arte é um produto que transmite uma ideia ou uma expressão sensível refletindo a intenção de um artista.
    Com a visualização desta animação concluímos que esta, é arte porque desperta várias sensações e sentimentos ao público como a tristeza ou o desejo de vingança de Pedro sob o Lobo, o que acaba por não acontecer, pois Pedro liberta-o na Natureza, perdoando-o e manifestando uma grande lição moral, uma vez que a personagem nos apela à distinção entre o bem e o mal, bem como à proteção dos animais. Esta obra é enriquecida pela qualidade dos cenários e caracterização (física e psicológica) das diferentes personagens, bem como pela banda sonora que aflora os sentimentos do espectador. Apesar de as personagens nunca se expressarem a partir de falas, estas nem são necessárias pois a coordenação entre as imagens e a banda sonora transmitem, pela sua intensidade, as reações dos intervenientes.
    Carolina Roque, Guilherme Pires, Margarida Gregório; 11ºC

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    1. É importante que se citem sempre os sites consultados. Noto que utilizaram informação de https://conceito.de/obra-de-arte.

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  125. Na minha opinião a parte que me mais marcou foi quando o corvo pediu ajuda a Pedro para ir lá para fora pois ele não conseguia voar. Pedro estava com algum medo visto que o avô não o deixava ir para a rua por causa do lobo, mas mesmo assim decidiu ajudar o corvo pois afinal é uma vida, então Pedro quando foi buscar a chave para abrir a porta antes de sair deu uma festa na cara de seu avô, pois sabia que o estava a desrespeitar e isso só mostra o respeito entre ele e o avô.

    MP 11ºJ

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  126. Uma parte marcante para mim foi,

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  127. Adorei o filme. Fez refletir sobre a vida, onde frequentemente nos encontramos em situações que nos levam a agir de forma negativa e não conseguimos perdoar ou ser gentis. Posso dizer que a cena final foi a que mais me intrigou, quando o Pedro, ao perceber o que o lobo, que anteriormente havia devorado seu amigo, estava prestes a fazer, foi tomado por compaixão e decidiu libertá-lo. Isso mostra uma coragem extraordinária por parte de Pedro, algo que muitas vezes nos falta no dia a dia.
    Gonçalo Moreira, 11J

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  128. Para mim uma parte marcante foi quando o lobo foi caçado em que o iam entregar ou ao circo ou ao talho ou aos caçadores, mas Pedro decidiu-o libertar e foi com essa atitude de Pedro que me marcou, pois afinal o lobo também é uma vida e ele não tem culpa de caçar pois isso é a sua seleção natural.

    MP 11º J

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  129. O filme foi excelente, e a cena que mais me cativou ocorreu aos 29 minutos, quando Pedro tomou a decisão de libertar o Lobo em vez de condená-lo à morte, mesmo precisando do dinheiro. Fiquei realmente impressionado com essa escolha dele, pois demonstrou um verdadeiro desapego material em prol da liberdade do animal.
    Francisco Gomes, 11ºJ

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  130. escolhi a parte em que Pedro solta o Lobo depois de caçá-lo com a ajuda do avô, demonstra a mudança de atitude de Pedro em relação ao lobo pois no inicio o Pedro queria caçá-lo e no final acaba por ajuda-lo libertando-o e ficando amigo dele, mesmo apesar de no inicio o avô ser contra a ele sair de casa por conta de ter medo do lobo ass: E.A

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  131. Eu gostei desta curta metragem e para mim isto é arte pois através de imagens, música e características das personagens o autor consegue transmitir sentimentos e consegue nos prender à história.
    A minha cena favorita foi quanto Pedro soltou o lobo pois demonstrou consciência em relação ao ambiente e à

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  132. 
Considero que esta curta metragem é uma obra de arte, pois através da música, conseguimos perceber o que cada personagem sente. Neste vídeo não existem falas, apenas música, o que consegue intensificar e dar a devida importância a cada uma das cenas. Para cada uma das personagens existe um diferente tipo de instrumento, e para cada uma das cenas um diferente ritmo, o que diferencia a importância das cenas. Esta curta metragem transmite uma mensagem forte apesar de subjetiva, o que, torna possível as diferentes interpretações de cada pessoa que a vê. SS11°J

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  133. Neste comentário, irei abordar o tema da filosofia da arte tendo em conta a curta metragem de " Pedro e o Lobo".
    Na minha opinião, para além da curta metragem estar muito bem realizada, na peça apesar de não haver qualquer tipo de falas entre as personagens transmite nos através dos sons dos instrumentos emoções e sentimentos vindos também do autor transmitindo nos também a mensagem da peça, sendo então utilizada a música para demonstrar arte.
    Em relação à cena que, na minha opinião, foi a mais importante foi no final da curta metragem onde Pedro liberta o lobo e prende os caçadores, sendo que ao inicio aquilo que mais queria era caçar o lobo.
    Pedro muda o seu comportamento esquecendo a vingança e rancor do lobo ter comido Sónia ( a sua pata), verificando-se um sentimento de perdão.
    Concluindo, perante todos os atos e cenas que se complementam através dos sons vindos dos instrumentos, esta curta metragem é considerada arte.
    Matilde Rodrigues, 11ºJ

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  134. Na minha opinião este pequeno filme de animação é considerado arte.
    Apesar das personagens não falarem, elas conseguem transmitir a mensagem de forma a que o público entenda, através das emoções e dos instrumentos associados a cada personagem. Pois cada instrumento produz um som diferente e cada pessoa associa esse som ao sentimento que aquela ação provoca nelas.
    A parte que mais gostei e chamou à atenção foi a última quando o Pedro solta o lobo, mostra a capacidade de compreensão que Pedro teve apesar de o lobo ter matado o animal de estimação dele, Pedro entendeu que o lobo não tinha a culpa pois é a sua natureza e meio de sobrevivência e que ele não devia ser morto, por isso Pedro deixou-o em liberdade contribuindo também para o ambiente, evitando contribuir para a extinção desse animal.
    Concluindo, penso que o autor conseguiu transmitir a mensagem que pretendia intensificando a mudança completa do comportamento da personagem principal, Pedro, em relação ao lobo, mostrando que temos de pensar também no lado do outro.
    Maria Inês Costa, 11ºJ

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  135. ~Gostei bastante desta adaptação do "Pedro e o lobo" pois além de mostrar uma sensibilização perante os animais, também se foca em várias formas de representar a sua mensagem principal. São nos mostradas várias formas de representação da arte, focando-se na expressão de sentimentos e acontecimentos através da musica, ilustração, gestos, reações e formas.
    A cena que mais gostei foi quando Pedro libertou o lobo, após tudo o que esse lhe tinha feito, ele ainda mostrou compaixão e colocou o seu ódio e tristeza de lado para o salvar, escolheu fazer um ato de bondade em vez de vingança.
    Uma lição que tirei dessa cena foi aprender a desculpar, deixar ir a magoa que alguém nos causou, não escolher a vingança. Mesmo que alguém nos tenha magoado, não devemos ir pelo caminho dessa pessoa, ou seja, aprender a deixar o rancor para trás e tirar aprendizagens em vez de ódio.
    M.Costa, 11ºJ

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  136. Este filme é definitivamente arte pois fornece a transmissão de emoções e sentimentos fortes ao público mesmo não havendo troca de falas entre as personagens, conseguimos , a partir da banda sonora e das feições expressivas de cada personagem emerge-nos na história e naquilo que transmite. A minha parte favorita desta curta metragem foi quando Pedro pela primeira vez , espreita para fora da " cerca" pois a partir da banda sonora e das expressões que a personagem revela podemos observar sentimentos de curiosidade ,espirito livre , esperança e inocência . M.T (11ºJ)

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  137. Através da animação "Pedro e o Lobo", percebemos melhor as teorias da arte, já que a mesma está organizada para isso, pois cada personagem tem um instrumento e cada sentimento tem uma melodia e ritmo, o que torna mais expressivo, e faz com que o público sinta as emoções transmitidas, como a empatia ou tristeza por exemplo. Ao longo da visualização do pequeno filme, várias coisas impactantes ocorreram, essas ações acabaram não só por transmitir-me emoções mas também mensagens. Sentimos medo e tristeza quando Pedro sai de casa, quando os animais ficam em situações vulneráveis, e percebemos o porquê do avô ser tão restrito. No fundo, Pedro tem um coração inocente, e e no fim acaba por não querer matar o lobo, nem usá-lo para o circo, o que é uma grande lição de moral. A parte que mais me impactou foi exatamente essa, pois foi um final inesperado e que me fez repensar as minhas opiniões, e imaginar como seria se tivesse na situação dele. -MB,11ºJ

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  138. Ao ver este pequeno filme percebi várias coisas: percebi que a música alterava-se à medida que as cenas mudavam e que não devemos fazer àqueles aquilo que não gostamos que nos façam a nós. Quando a cena era mais perigosa e continha mais “suspense” a música era mais rápida e mais palpitante, ao contrário de quando a cena era mais feliz e pacífica a música era também mais alegre. Pedro viu-se assustado com o lobo, e é compreensível, até porque ele matou o seu amigo pato. Mas, Pedro, viu que o lobo não tinha culpa das suas ações, simplesmente é ameaçado pela caça à bastante tempo e devido a isso desenvolveu um comportamento agressivo, e, por vezes, até de defensiva. Para mim, a cena mais importante é quando Pedro decide libertar o lobo, pois percebe o que é estar privado do mundo exterior, e por isso sentiu que era “injusto” submeter o lobo a toda a vida que poderia enfrentar se estivesse em cativeiro. Pedro não desejava que o lobo passasse pelo que ele passou, não desejava que o lobo se privasse da sua liberdade e realidade.
    Beatriz Antunes - 11B

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  139. Comentário do Filme
    Este filme é uma arte e uma lição de vida. Ao estar atento ao filme percebemos que este ensina-nos a sermos melhores enquanto pessoas, por exemplo o menino que tinha uma grande paixão pelos animais e que viu um dos seus melhores amigos, o pato, ser comido pelo lobo e mesmo assim no fim do filme conseguiu demonstrar compaixão para com este de maneira a não deixar que os caçadores o matassem.
    Para mim a cena mais marcante acaba por ser no início onde o menino tenta ensinar o seu amigo pássaro a voar, mesmo não sendo uma coisa que ele soubesse como se fazia e para isso este coloca um balão no pássaro para o tentar ajudar e sucessivamente o pássaro num ramo de uma árvore, mas este não consegue, com isto o menino não desiste e sabe que o seu amigo passará a conseguir voar um dia, ou seja acredita nisso, e este demonstra-se realizado ao ver que o seu amigo já consegue voar no fim do filme, como se um sonho dele se tratasse.
    Ass: Francisco Santos 11B N11

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  140. Esta curta-metragem é considerada arte uma vez que são transmitidos sentimentos através da melodia, onde cada personagem tem um instrumento musical associado e, através das expressões faciais dos personagens, uma vez que estes não falam.
    A parte que eu mais gostei foi quando o Pedro libertou o lobo mesmo depois de o lobo ter comido a pata Sónia. Pedro demonstrou a compaixão e a fragilidade que o ser-humano muitas vezes tem de fazer mal ou de por outros seres em situações difíceis de serem ultrapassadas. Andreia Pacheco, 11B

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  141. Para mim esta curta metragem é considerada arte pois a história é transmitida através dos bonitos sons de instrumentos musicais. A cena de “Pedro e o lobo” que mais gostei foi sem dúvida quando Pedro ao passar pelos grandes e altos muros depara-se com um mundo cheio de vida e som do qual desconhecia. Eu considero esta a melhor cena pois interpretei como Pedro estava preso num mundo frio e silencioso e que este tinha muita curiosidade em ver o que estava para lá daqueles grandes muros, assim quando finalmente se depara com o mundo para lá dos muros, não quer mais sair. Foi no momento que Pedro passa pelos muros que os instrumentos musicais começaram por contar esta maravilhosa história é para mim isso foi fascinante. Beatriz Joaquim 11B

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  142. Acho que este pequeno filme de "O Pedro e o Lobo" pode ser considerado sim arte. Apesar deste filme não possuir nenhuma fala entre os personagens, cada um possui um tema de música próprio e por vezes, quando os personagens interagem os temas misturam-se e criam uma música agradável e que mistura as características e sentimentos de cada personagem. A cena que mais gostei foi a cena final onde Pedro liberta o Lobo. Apesar de todo o mal que o Lobo lhe fez, isto é, caçou os seus amigos, magoou Pedro e especialmente ter comido o pato, um dos seus amigos, este no final, em vez de o entregar para o circo e conseguir a sua vingança, Pedro decide proteger o Lobo dos caçadores que o queriam matar e de seguida, libertá-lo, já que apesar de tudo, ele realmente não é culpado de ter caçado o pato, é a sua natureza e então acho que este pequeno filme consegue passar uma mensagem forte e marcante.
    Feito por Fábio Ribeiro n°10 11°B.

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  143. A curta metragem é uma verdadeira obra de arte.
    A harmonia entre os diferentes elementos da orquestra, que representam as personagens, ao longo do desenvolvimento progressivo da história é fenomenal, despertando e realçando os sentimentos no espectador no momento que estes devem ser sentidos, como no momento final, em que o espectador deve refletir a atitude de Pedro. Quando este solta o lobo, deixando-o viver em liberdade, uma atitude louvável e de carácter, que mostra o cuidado e empatia deste, uma vez que, qualquer outro membro da sociedade mataria o lobo se tivesse oportunidade, como um mero objeto, assim Pedro representa um exemplo para o sociedade e para a reflexão interior de cada um.
    Raquel Gomes 11°B

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  144. Este filme de animação tem algo em particular que é o facto de em vez de ser acompanhado pela voz das próprias personagens, é acompanhado por uma orquestra ou por sons instrumentais, isto obriga a quem assista que esteja mais concentrado na animação em si, e os sons instrumentais despertam sentimentos fortes. Esta mistura entre o cinema e a música penso que possa ser de facto considerada arte, não só pelo que referi mas também porque é algo que não é comum e é de certa forma inovador ou incomum.

    Gonçalo crispim

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  145. Eu gostei bastante desta curta metragem, pois, mesmo sem haver diálogos, através da banda sonora e dos instrumentos característicos de cada personagem, é nos transmitido bastantes emoções fortes.
    A cena que mais gostei foi quando o Pedro liberta o lobo apesar deste ter matado a sua gansa e o ter atacado. Acho que este final revela muito da natureza humana, visto que, o primeiro instinto do Homem é matar o lobo, sem perceber que o lobo apenas se está a defender e a tentar sobreviver, sendo que este está no seu habitat natural e o Homem é que se está a apoderar dele.
    Matilde Monteiro 11°B

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  146. Achei esta curta metragem deveras emocionante. A banda sonora foi bastante tocante, uma vez que conseguia apelar ao sentimento do espectador e fazer transmitir os sentimentos e pensamentos das personagens sem que estas os demonstrassem através de palavras. Por esta mesma razão, esta curta metragem pode ser interpretada de diferentes maneiras de acordo com a pessoa que o interpreta e isso para mim é a definição de arte.
    Os sentimentos que esta curta metragem mais me despertou foram a curiosidade, a surpresa e a empatia. Esta curta metragem é uma obra de arte pois desperta e capta a atenção do espectador, apela ao sentimento e leva-o à reflexão.
    A minha cena favorita foi uma das últimas, quando o Pedro tinha o lobo enjaulado e chegam os caçadores. O que toda a gente esperava era que Pedro deixasse que os caçadores matassem o animal, uma vez que este já tinha devorado seu ganso e ainda o tinha magoado na face. Mas Pedro mostrou que devemos sempre mostrar o nosso melhor lado e mostrar compaixão mesmo com aqueles que nos fizeram mal. Esta “reviravolta” despertou em mim o sentimento de empatia e de alegria.
    Camila Antunes 11°B

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  147. Este pequeno filme é considerado arte. Os pequenos personagens conseguiram transmitir todas as suas emoções e sentimentos até ao espectador, através de instrumentos e do som, com o motivo do espectador associar esse som a cada específico sentimento que ele próprio era suposto sentir nesse momento. A cena mais impactante foi a cena final. Pedro solta o lobo e perdoa-o, mesmo apesar de ele ter matado o seu animal de estimação. Pedro entendeu que isso fazia parte da natureza dele. Usou o lobo para conseguir atingir o seu objetivo de chegar aos soldados e após o objetivo ser cumprido soltou o lobo de volta ao ambiente contribuindo tanto para a natureza do mundo como para a natureza do lobo em si. Penso que o autor conseguiu transmitir a mensagem que ele mesmo pretendia transmitir. A forma como o autor usou os instrumentos e a ausência de fala intensifica os sentimentos sentidos pelo espectador e intensificou também outros aspetos como a relação do Pedro com o lobo, apesar do silêncio, cada espectador conseguiu entender exatamente que tipo de relação ambos tinham um com o outro, mostrando empatia.
    Tiago Cunha, 11B

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  148. Este pequeno filme de animação desperta interesse tanto em crianças como em adultos. Apresenta um misto de emoções que nos é transmitida a partir de pequenos instrumentos musicais atribuídos a cada personagem. São demonstradas várias formas de representação da arte, em vez de pequenas falas ou diálogos entre as personagens, são utilizadas expressões de sentimentos e acontecimentos através da musica, ilustração, gestos e de algumas reações. A parte que mais me interessou e me fez pensar em algumas situações e questões de vida foi sem dúvidas o final. No final da peça Pedro solta o lobo independentemente da raiva que podia ter sentido pelo que aquele animal lhe fez passar, o que para maior parte das pessoas foi um ato inesperado. Pedro fez algo que muitas pessoas não fariam, esta ação por parte deste personagem fez-me repensar muito sobre a minha opinião e perspetiva do filme. Sara Brás 11B.

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  149. Na minha opinião, o filme foi muito interessante e relaciona-se bastante com a arte, porque mesmo não ouvindo os personagens a falar, este transmite emoções e sentimentos intensos, que faz com que o público compreenda a mensagem deste filme ao público.
    A cena final em que o Pedro salva o lobo foi a que mais gostei, pois Pedro ajuda o lobo apesar de tudo, não segue o mesmo caminho que o lobo, o da vingança, mostrando assim compaixão!
    Raquel Tina / 11B

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  150. Achei o filme bastante interessante, relacionando se bastante com a arte quer em termos do desenho das personagens e a montagem de toda a animação como também as músicas utilizadas transmitindo diferentes sentimentos e mensagens. Para além da arte “visível” por assim dizer também toda a história transmite ao público inúmeros sentimentos e mensagens, e apenas este facto de através de imagens e animações se conseguir transmitir sentimentos na minha opinião já é considerado arte.
    A cena final foi a que achei mais interessante principalmente pela mensagem que transmite, Pedro mesmo com toda a sua tristeza e fúria após o seu amigo pato ter sido morto pelo lobo, ao ver este ser levado e estar à beira de ser morto, ignorou toda a sua raiva e tristeza e agiu com os pés na terra contrariando o sentimento de vingança (o que a maioria das pessoas não faria) libertando-o.
    Helena Ferreira 11C

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  151. Na nossa opinião, a animação “Pedro e o Lobo” é uma obra prima de arte, visual e narrativa, que combina a beleza da música de Prokofiev com a magia da animação. A técnica da animação é cativante e captura a essência da música de forma visualmente deslumbrante, mesmo não havendo diálogos. A arte visual também é rica em detalhes e cores o que cria uma imagem que cativa tanto crianças quanto adultos visto que está se trata de uma história atemporal.
    A melhor e mais emocionante parte que nos fez refletir foi quando Pedro enfrentou o lobo sozinho para proteger os seus amigos animais, o que demostra muita coragem e determinação, momento crucial na história.
    Leonor Martins/ Leonor Lopes 11C

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  152. No meu ponto de vista este filme deve ser classificado como arte já existe a junção de duas áreas diferentes, de modo a construir, comunicar e dar vida a algo.
    A parte que mais gostei foi quando o pai de Pedro se dirigiu com uma espingarda para matar o lobo, após descobrir que o seu filho tinha fugido novamente, mas o Pedro, não deixou que ele seguisse com essa ideia, baixando a arma do pai.
    Carolina Pinto 11°C

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  153. Eu achei o filme muito interessante. Este filme demonstra várias representações de arte; achei interessante, terem feito os sons dos personagens com instrumentos musicais, pois transmite emoções ao filme, mesmo estes não falando.
    A cena que mais gostei deste filme foi a parte final, pois Pedro liberta o Lobo e não deixa que os caçadores e o pai façam algo pior.
    Diana Tsyutsyak 11ºC

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  154. Na nossa opinião, este pequeno filme exprime as diferentes emoções dos personagens através de uma melodia única e emocionante com a ajuda de diversos instrumentos.

    A parte que mais nos emocionou foi durante a morte do pato, com a expressividade da música no momento em conjunto com a representação gráfica da tentativa de fuga do pato conseguimos sentir a dor do Pedro ao ver o seu amigo falecer trágicamente.

    A ação ao decorrer a curta metragem foi diversificada, exprimindo sentimentos contrários, envolvendo nos mais na narrativa. O que nos permitiu compreender os motivos de Pedro ao soltar o lobo. Mesmo após a crueldade do lobo perante Pedro e seus amigos.
    Rui Paulo N°17 | Gonçalo Silva N°7

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  155. Esta curta metragem na minha opinião é um exemplo de arte que uma forma creative de expressar ou transmitir algo, Logo considero-a um exemplo de arte porque mesmo sem palavras consegue transmitir todas as emoções claramente.
    Sendo a parte que mais me marcou q morte do pato ,o melhor amigo do jovem, que me envolveu muito na curta metragem e a parte onde senti maior transmitir de emoções.
    Rúben Santos 11°c N°16

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  156. Para mim esta curta metragem é considerada arte pois consegue transmitir sentimentos e emoções através de imagens e sons de instrumentos musicais.
    A cena mais marcante foi quando Pedro impediu que os caçadores matassem o lobo, mesmo que este tenha devorado o seu ganso, no entanto pedro demostra que não devemos agir por vingança, demonstrando assim compaixão.
    Carolina Santos 11C

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  157. Esta curta metragem na minha opinião é um exemplo de arte que uma forma creativa de expressar ou transmitir algo, Logo considero-a um exemplo de arte porque mesmo sem palavras consegue transmitir todas as emoções claramente.
    Sendo a parte que mais me marcou q morte do pato ,o melhor amigo do jovem, que me envolveu muito na curta metragem e a parte onde senti maior transmição de emoções.
    Rúben Santos N°16

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  158. Esta curta metragem na minha opinião é um exemplo de arte que uma forma criativa de expressar ou transmitir algo, Logo considero-a um exemplo de arte porque mesmo sem palavras consegue transmitir todas as emoções claramente.
    Sendo a parte que mais me marcou que morte do pato, o melhor amigo do jovem, que me envolveu muito na curta metragem e a parte onde senti maior transmição de emoções.
    Rúben Santos N°16 11°C

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  159. Este filme é considerado arte. As personagens conseguem transmitir todos os seus sentimentos e emoções a partir de sons de instrumentos, associando esse som a cada sentimento naquele momento da ação. Também são demonstradas vários tipos de representação de arte, em que são substituídos falas(diálogo), entre as personagens por sons musicais, gestos e ilustrações.
    A cena mais interessante foi a última em que Pedro solta o lobo, seguindo cada um a sua vida, onde Pedro demonstra uma atitude de amizade e não vingança perante o lobo.
    Simão Silva 11⁰C

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  160. Na minha opinião, este filme pode ser considerado arte, já que não deixa o observador indiferente. A forma de como o filme foi feito é trabalhosa (stop-motion), mas também é nesse parâmetro que o filme brilha. Esta forma de realização cinemática faz parecer, na minha opinião, que os personagens são mais reais e têm uma maior personalidade (demonstrada, por exemplo, nos olhares que o Pedro fazia ao Lobo), relativamente a outros géneros cinematográficos, como o desenho animado.
    A história, diferente do que eu estava à espera, também está recheada de pequenos momentos que fazem o mundo de "Pedro e o Lobo" parecer mais vivo. O movimento dos personagens em segundo plano é um exemplo disso.
    O final também passa uma mensagem, uma conclusão moral, que, a meu ver, se baseia no seguinte: o Lobo, tal como o Pedro, tem que sobreviver - e a sua ação de comer o Pato demonstra isso - e a decisão do Pedro de o libertar para a floresta no final demonstra a empatia do mesmo para com o Lobo. O Lobo não tinha decisão - ou comia o Pato ou poderia vir a morrer de fome - e o Pedro, ao ter de escolher entre matar o lobo ou libertá-lo, decidiu o que achou mais correto, pois sabe da dor que pode vir da morte.
    Assim, acho que já dá para perceber que a minha cena preferida do filme é o final.

    Lourenço Rebelo 11A

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  161. Na minha opinião, esta curta metragem é considerada arte. As imagens e sons conseguem transmitir perfeitamente as emoções pretendidas mesmo sem palavras, fazendo o publico compreender a mensagem por trás do video. Esta curta metragem pode ser interpretada de diferentes maneiras de acordo com a pessoa que o interpreta, e isso, para mim, é a definição de arte. A parte mais emocionante para mim foi a parte final, onde Pedro libertou o lobo mesmo após ter matado o seu melhor amigo, o pato, e compreendido que essa era a sua natureza, mostrando empatia e perdão.
    Vitória Silva 11°A

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  163. Esta curta metragem pode ser considerada arte devido à variedade de emoções que transmite ao público, explicitando as experiências e os sentimentos pelos quais Pedro passa.
    A cena que mais me marcou foi a cena da morte do pato, uma cena de tenção e tristeza, que ficou bem representada pela expressão na cara do Pedro após a sua perda.
    Tiago Ferreira n°24 11°A

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  164. Na minha opinião, este filme pode sim ser considerado arte. A forma como foi desenvolvidos e aplicado demonstra isso mesmo. O facto de o filme inteiro utilizar a técnica "stop-motion", o que implica tirar foto atrás de foto mudando pequenos detalhes para criar a impressão de movimento. Este trabalho deve ter demorado centenas de horas a ser desenvolvido, necessitando de dedicação e conhecimento para conseguir alcançar este resultado final tão artístico, cheio de detalhes, cor e principalmente a luminosidade.
    A cena do filme que a mim mais me interessou foi as cenas iniciais onde temos uma paisagem com grande diversidade, onde conseguimos ver a muralha de sucata e madeira, a neve e a floresta,e por final a casa cheia de detalhes próprios tanto no exterior como no interior. Tudo isto para mim foi impressionante, a quantidade de precisão para conseguir criar uma paisagem e detalhes tão naturais. Acho que o prêmio foi bem entregue a este trabalho fantástico.
    Pedro Brito 11°A

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  165. É raro conseguir focar a minha total atenção num filme de animação, vou ser honesta. Mas a verdade é que dei por mim completamente vidrada no quadro a seguir com os olhos cada movimento do Pedro e do Lobo. A curta metragem “Pedro e o Lobo”é na minha opinião uma ótima representação artística. A harmonia entre as composições musicais de Prokofiev e os diversos momentos da ação na história foi extremamente bem conseguida da parte de Suzie Templeton, transmitindo aos espectadores um conjunto de emoções reais e de certo modo cativantes. Quase como se sentíssemos na pele o medo quando, por exemplo, o pato está prestes a ser comido pelo lobo. Este efeito nunca seria atingido sem a intervenção da musicalidade e da banda sonora. Por isso, sim, isto é arte. É arte porque suscita em nós sensações e pensamentos através da expressão visual e musical. Se tivesse de escolher uma cena que teve em mim um impacto acrescido, escolheria a cena final, na qual o lobo é libertado e “devolvido” à natureza. Esta conotação de uma consciência ambiental e de uma empatia para com os animais alcançada através de um filme de animação que está direcionado não só para os mais novos como também para os mais velhos, é extremamente essencial e muitíssimo necessária na nossa sociedade atual.
    Maria Silva, nº17, 11ºA

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  166. Na minha opinião, esta curta-metragem pode ser considerada arte pois é uma forma de expressar algo (neste caso a história do Pedro e do Lobo). Gostei bastante do facto de que este vídeo foi inspirado pela obra musical de Serguei Prokofiev em que cada personagem tem um instrumento que o caracteriza e foi bem interligado com a animação de stopmotion produzida por Suzie Templeton.

    A minha cena favorita desta curta-metragem foi quando o Pedro libertou o lobo no final do conto já que mostra que mesmo que o Lobo tenha feito ações erradas no passado como quando comeu o pato, amigo de Pedro, não justifica que Pedro lhe faça algo igualmente terrível através de um caminho de vingança mesmo com um incentivo monetário.
    Alexandre Mota, 11ºA

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  167. Esta curta metragem, a meu ver, é um belo exemplo de arte uma vez que é capaz de transmitir sentimentos e emoções através de imagens e do som de vários instrumentos musicais. Na minha opinião, o facto da autora ter conseguido realizar o mesmo sem ter usado o diálogo, utilizando apenas os sons dos instrumentos como recurso de expressão de emoções, isso, para mim, é algo muito impressionante, tornando o filme uma verdadeira obra artística.
    A cena do filme que eu mais gostei foi a parte final onde o Pedro liberta o lobo, mesmo após este ter comido o seu melhor amigo, o pato, mostrando que Pedro é capaz de ignorar todo o rancor que sente sobre o Lobo em virtude de dar uma vida em liberdade ao mesmo.
    Afonso Peixoto;11A

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  168. Para mim esta curta metragem pode ser considerada arte pois ela consegue transmitir diversas emoções e sentimentos mesmo sem ter o uso de palavras, apenas o som dos instrumentos musicais, não interferindo com a compreensão do filme. Uma das cenas que mais ficou cravada na minha memória foi no final quando o Pedro libertou o lobo, pois mesmo este ter matado o pato o Pedro apercebeu-se de que matar o lobo não iria trazer o pato de volta e que não valia a pena matar o lobo e descer ao seu nível, então assim na poupando sua vida, contrariando o conto original.
    Raquel Santos 11A

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  169. Eu gostei muito deste filme e considero-o uma obra de arte, uma vez que, mesmo não existindo diálogo foi possivel entender claramente todos os sentimentos sentidos pelos personagens , atravez da associação destes a instrumentos e ao uso da animação.

    A minha parte preferida foi entre os 6:00 e 10:00 minutos, quando Pedro sai de casa e vai patinar no gelo com a pata e o passaro,pois gostei de ver toda a alegria sentida pelos personagens ao realizarem uma coisa tão simples como andar no gelo.

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  170. Na minha opinião a curta metragem da autoria de Suzie Templeton intitulado “ Pedro e o Lobo” é uma obra que deve ser classificada como arte.
    A arte é uma expressão criativa que pode assumir várias formas, neste caso, o cinema.
    A curta metragem é uma forma de comunicação humana que transcende a linguagem verbal permitindo aos espectadores entenderem o que se estava a passar através de ações, música e emoções expressadas pelos personagens. Estas podem ser interpretadas de diversas formas e têm o poder de provocar sentimentos e inspirar a mudança. Isto verifica se ao olhar para o passado ,nas antigas versões de “Pedro e o Lobo “ ,onde o mesmo acabara ou morto ou num jardim zoologia e era considerado e visto pela sociedade como uma fera que deveria ser abatida. Já na nova versão ,o lobo é solto e a sociedade reconhece o como ser vivo que tem direito à vida.
    Por fim , esta curta metragem é sim arte numa das formas mais poderosas, o cinema respetivamente, capaz de inspirar mudança através de imagens móveis e um pouco de som!

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  171. A meu ver esta curta metragem de Suzie Templeton é arte. A escolha das sinfonias instrumentais no lugar das vozes dos personagens, que acompanham e definem o clima de cada cena, foi muito pertinente. O traço forte do desenho, as cores frias utilizadas e as expressões marcantes das pessoas e dos animais dão vida aos personagens e à história. O final desta adaptação do conto do “Pedro e o Lobo” distinguiu-se do usual por conta da escolha do Pedro de deixar o lobo fugir e viver e não ter guardado rancor por este, após o mesmo ter tirado a vida do seu amigo pato. Este final mostrou grande compaixão por parte de Pedro, sendo assim uma atitude marcante e exemplar.
    Laura Franco nº11 11ºA

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  172. Esta curta metragem , o “Pedro e o Lobo”, na minha opinião pode ser considerada arte pois nesta exprime se emoções só com música e as expressões faciais dos personagens, sem haver qualquer diálogo entre estes, e também na forma como esta foi feita e realizada.
    A cena que achei mais marcante foi no final da curta metragem quando o rapaz em vez de deixar o lobo com os caçadores, decide
    libertá-lo para a floresta, para ser livre. Achei esta cena a mais marcante pois ele escolheu não ser igual aos outros em deixar o lobo trancado numa jaula, à beira da morte, e deixou os seus sentimentos de raiva para com o lobo de lado, e fazer a coisa certa.
    Beatriz Francisco 11A n7

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  173. Embora apresente um final que pode ser classificado como feliz, esta curta possui uma história com um certo teor macabro. Um dos fatores que contribui para esta sensação digna de arrepios é o estilo de animação do mesmo, além das cores utilizadas, do design de personagens e do design de ambientes. Neste filme as personagens não falam, expressando-se através de gestos bem construídos e realizados, o que, embora o filme saja protagonizado por algo como fantoches, conferiu uma certa fluidez ao mesmo.
    Acredito que o que torne este filme numa obra de arte é o cuidado e o amor que Suzie Templeton, autora da curta, sentiu e expressou ao realizá-lo. Este gosto w cuidado pela própria obra é o que transforma um bom filme num excelente filme digno de Óscar, e o que torna um filme numa obra de arte.
    Afonso M.

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  174. Para mim, a curta-metragem da autoria de Suzie Templeton intitulada "Pedro e o Lobo" é arte.
    Para mim, “arte” é a expressão de um ideal estético através de uma atividade criadora. Uma obra de arte deve transmitir ideias, sentimentos, crenças e emoções. E a obra de Suzie Templeton não é nenhuma excepção.
    Suzie Templeton teve uma ideia, que apesar de ter por base e de utilizar a banda sonora de um musical já bastante pronunciado (de Serguei Prokofiev), era uma ideia, e era nova.
    Para além de ter realizado uma recriação com elementos de animação novos e originais, Suzie Templeton acaba também por deixar a sua marca, dando um novo final à história.
    Nesta reinterpretação, o lobo é solto e devolvido à floresta, ao contrário do filme original, onde o lobo era morto pelos caçadores.
    Estas pequenas alterações são o que para mim vêm a comprovar esta peça como arte.
    Suzie Templeton teve uma ideia e realizou-a de forma a que esta pudesse vir a ser partilhada com o mundo.
    Em conclusão, para mim a curta-metragem “O Pedro e o Lobo” de Suzie Templeton é arte, uma vez que combina uma série de elementos técnicos, como a música, a animação e o próprio enredo, que contribuem todos para o esplêndido trabalho desenvolvido por Suzie.

    Beatriz de Pona Ferreira, n°6, 11°A

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  175. Este pequeno filme denominado de “Pedro e o Lobo” é um tipo de arte.
    A arte, em si, é algo que nos deixa a pensar ou que nos leva a sentir algo, seja de que maneira for. Esta curta-metragem optou por fazer isso na forma de lição de vida, a partir da animação e da música. Não há diálogo no filme, apenas conseguimos perceber o que as personagens estão a sentir pela banda sonora que está a tocar no momento o que dá margem ao espectador para interpretar essa parte. No final do filme, Pedro solta o Lobo, perdoando-o por ter morto o seu amigo pato e percebendo que o Lobo não era o vilão, mas sim os caçadores.Considero esta cena uma das mais marcantes da história porque engloba a lição desta curta-metragem que consiste em colocar-nos na pele do outros(neste caso o Pedro pôs se no lugar do lobo) e não procurar vingança pelo outro e sim perdão. Madalena Martins, 11ºA

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  176. A cena que mais gostei deste filme foi a parte final em que o Pedro liberta o lobo. Nesta cena Pedro sente pena e alguma compaixão pelo lobo e liberta-o para a natureza.
    Esta cena pode ser refletida na sociedade, pois mesmo quando as pessoas cometem um erro não devem ser punidas para o resto da vida, como é o caso do lobo no filme onde este come o pato, o melhor amigo do Pedro, e tenta matar o próprio Pedro.
    Gostei também do facto de este filme não ser realizado com vozes mas pelo facto de ser utilizado a música como forma de expressão para as ações das personagens.
    Inês Janela, 11°A

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  177. Esta curta metragem é, na minha opinião, um bom exemplo de arte. Mesmo sem troca de palavras entre as personagens, é possível entender os sentimentos de cada uma delas a cada momento desta animação, através da obra musical de Prokofiev. A paleta de cores mais escuras utilizada também ajudou a entender o ambiente triste e pesado da história.

    A cena que eu considerei como mais importante é a cena final, quando, mesmo depois de ter matado o seu amigo pato, Pedro liberta o lobo, podendo este continuar a viver, em vez de ser morto por um caçador. Esta ação demonstra uma atitude exemplar de compaixão e perdão do pequeno Pedro.
    Leonor Patrocínio, 11°A

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  178. A curta-metragem, “O Pedro e o Lobo” da autoria de Suzie Templeton , e, baseada na obra musical do compositor russo Serguei Prokofiev, conta-nos uma historia de um rapaz que mora em uma casa com o seu avô, na qual raramente consegue sair, na curta-metragem, é possível observar que o rapaz possui um desejo de sair da casa do avô para explorar, mas quando sai pela primeira vez um lobo aparece, e começa a atacar o rapaz e os animais que com ele estavam (Pato, Corvo, Gato), onde o rapaz acaba por o capturar, no original o Lobo é morto por caçadores, mas nesta animação, acaba por ser solto.
    Na minha opinião esta curta-metragem é arte, devido á incrível relação entre o musical de Prokofiev e a impressionante animação de moldagem de Suzie Templeton, posso ainda dizer que o meu excerto da animação favorito, foi a morte do Pato, durante o ataque do Lobo, pois demostra o carácter imprevisível da história.
    -André Loreti 11°A

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  179. Este a curta-metragem está muito bem feita e transmite muito bem as emoções a partir da música e certos sons, como o medo, a solidão, a felicidade, etc…
    No início dá para ver que o rapaz está preso pelo seu avô e quer passar para o outro lado do seu portão, sendo o seu avô muito controlador. Depois quando finalmente consegue sair e experienciar a liberdade o avô acaba por prendê-lo de novo e ele sei conseguir fazer nada acaba por perder o seu único amigo e isto sendo tudo expresso por música e sons. Quando ele apanha o lobo vai à cidade e acaba por poupar a vida do animal percebendo que tudo o que fez era de instinto natural.
    Eu gostei desta obra devido a ser um tipo de arte interessante pela forma como representou uma animação sem ter qualquer fala das personagens.

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